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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Painel sofre com lerdeza do Ipac

Desde 2015, há mais de dois anos, que caíram - ou tombaram - 13 azulejos do painel de Lênio Braga na Estação Rodoviária
Lento e lerdo em suas ações, o Instituto do Patrimônio Artístico da Bahia (Ipac) faz jogo de cena a cada cobrança pela restauração. Já enviou  historiadores para avaliarem o caso e até o diretor do órgão já esteve no local, mas nada de efetivo foi feito nesse tempo.
O mural em mosaico, realizado em parceria com o ceramista Udo Knoff, foi concluído em 1967, quando o terminal foi inaugurado. Trata-se do maior trabalho do artista paranaense. Em importância e em tamanho - 120 metros quadrados.
A obra é fonte de ensaios e teses acadêmicas. Também foi leit-motiv de documentário, "Ser Tão", de José Umberto, 1979, com Dimas Oliveira (Foto: Lúcio Mendes) como assistente de direção - o mural é síntese do filme.
Paranaense de Ribeirão Claro, Lênio Braga morou em São Paulo e Salvador. Morreu aos 42 anos, em 1973, no Rio de Janeiro. Além de pintor, era desenhista e fotógrafo.

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