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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Salada fantasiosa em "Rei Arthur e a Lei da Espada"



Decepcionante o filme de "Rei Arthur e a Lei da Espada", que entra em segunda semana no país a partir desta quinta-feira, 25 - em Feira de Santana, no Orient Cinemas Boulevard. Foi visto - difícil aguentar até o fim - na noite desta quarta-feira, 24. A ruindade explica o fracasso nas bilheterias norte-americanas, arrecadando tão somente 14,7 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia.
A clássica história do Rei Arthur, da Távola Redonda, Excalibur, Camelot, Avalon, já teve várias versões, mas este filme pretensiosamente modernoso é mesmo ruim. Tem ação, violência estilizada. Não tem nenhum intertesse romântico na trama. É um amontoado de inconsistências.
Na trama, não aparecem Guinevere, Lancelot, Galahad, Morgana, Cerdic, Tristan, Gawain. Merlin só é citado. Mas tem personagens africanos, chinês mestre em arte marcial, vikings. Imaginem a salada fantasiosa.
Os cenários não parecem ser da Inglaterra. Os figurinos não parecem em nada de cavaleiros, damas e nobres. Guerreiros são mascarados.
Tem muita magia negra, possessão demoníaca, controle da mente, poder sobrenatural, dimensão alternativa.
Não têm nada a ver também a aparição de monstros e animais gigantes (elefantes, cobras, ratos, morcegos). Ainda aparecem grafiteiros em plena idade média, bem como tatuagens. Por fim, escravidão. Um coquetel despropositado, completado com a aparição do ex-jogador de futebol David Beckham (Foto) numa ponta.

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