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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Balaio Político

Escolha
"A escolha por Feira de Santana foi uma deferência ao nosso Estado e a essa cidade tão bem administrada por José Ronaldo, um grande prefeito". A declaração foi do ministro da Secretaria de Governo Antonio Imbassahy sobre a escolha da cidade para o lançamento do Dia "D" de mobilização contra a gripe, no sábado, 13, com a presença do ministro da Saúde Ricardo Barros e da ministra dos Direitos Humanos Luilinda Valois.
Moção de repúdio
A Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, em reunião ordinária na terça-feira, 23, uma moção de repúdio ao cantor e vereador Igor Kannário pelo comportamento "agressivo e desrespeitoso" contra a policial militar Tainá Gomes na noite de domingo, 21, na Micareta de Feira de Santana.  
Moção de repúdio II
A Comissão, da qual faz parte o deputado estadual feirense Ângelo Almeida (PSB), considerou a atitude do cantor "abusiva, de cunho autoritário e desrespeitosa à Polícia Militar, uma vez que incitaria o ódio e a violência contra a corporação". Outra moção de apoio a Policial Militar e de solidariedade a PFem também foi aprovada.
Nota da PM
Sobre o episódio em que o cantor e vereador Igor Kannário agrediu a policial militar Tainá Gomes na Micareta de Feira de Santana, a Secretaria da Segurança Pública emitiu nota, na qual ressalta que vai apurar os supostos excessos cometidos durante a Micareta.
Nota da PM
A SSP entende que "levantar e instigar uma disputa de poderes em um evento público, inclusive desqualificando a centenária e respeitosa Polícia Militar não são condutas esperadas de um artista e membro do legislativo. Ressalta ainda que o fato está sendo avaliado e que, caso se configure desacato, a SSP tomará as providências judiciais cabíveis".
Tainá
A policial militar Tainá Gomes, envolvida em polêmica com o cantor Igor Kannário, explicou nas redes sociais, o ocorrido. "Fiquei barbarizada com discurso dele, pois o que ele disse que falei (que vai ter que provar) não faz parte do meu vocabulário, me sentir humilhada como policial, como cristã e como mulher, que venceu preconceitos para chegar até onde me encontro". 
Coluna publicada da edição desta sexta-feira, 26, do jornal "NoiteDia"

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