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sexta-feira, 31 de março de 2017

Agendamento do TRE para biometria com problema

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) disponibilizou, na quarta-feira, 29, o serviço de agendamento para os cartórios eleitorais de Salvador e Feira de Santana. Com isso, eleitores desses municípios podem, previamente, definir a data e o horário para a realização do recadastramento biométrico, processo que está sendo realizado de maneira obrigatória nas duas cidades.
O serviço foi disponibilizado por meio do site do Eleitoral baiano. Para utilizar, os eleitores deverão acessar www.tre-ba.jus.br e seguir, através do menu principal, o caminho: Eleitor > Agendamento Biometria. Horários estão disponíveis já para a próxima segunda-feira (3 de abril). 
Para concluir o processo, o eleitor deverá informar o número do título de eleitor ou dados pessoais (nome completo, data de nascimento, nome do pai e da mãe). Além disso, precisará informar um número de telefone para contato. A partir daí, bastará selecionar a cidade (Salvador ou Feira de Santana) e escolher entre as datas e horários disponíveis.
Quem tenta fazer o agendamento em Feira de Santana, desde quinta-feira, 30, aparece a informação  "vagas esgotadas" no sistema, não concluindo a operação.

Balaio Político

Plenária
Os deputados federais petistas Robinson Almeida (6.020 votos em Feira de Santana em 2014) e Afonso Florence (330 votos na cidade na mesma eleição) prestigiaram o deputado estadual Zé Neto (PT), líder do governo na Assembleia, na plenária do Mandato da Luta (Foto: Divulgação), realizada na manhã de domingo, 26, na Chácara da Luta, quando se discutiu o tema "Debates e Estratégias Para o Enfrentamento da Crise Política".
Infidelidade
O suplente de deputado estadual Mário Jacó (PT) entrou com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) solicitando o mandato por infidelidade partidária. É que Ângelo Almeida, que assumiu a vaga, foi eleito em 2014 pela coligação da qual o PT fazia parte e foi para um partido - o PSB - que não estava na coligação.
Até Zé Mané
Tem muita gente aparecendo e sendo anunciada como pré-candidato à prefeito de Feira de Santana em 2020. Faltam mais de três anos para as eleições municipais. Todo mundo quer ser candidato à Prefeitura. Antes das eleições de 2016 foi a mesma coisa. Até Zé Mané está dizendo que é candidato. Tudo balão de ensaio, que não dá em nada.
Duas faces
Áudio de entrevista da sindicalista comunista Marlede Oliveira, presidente da APLB, ao radialista Joilton Freitas, no programa "Rotativo News" está bombando nas redes sociais.  Ela afirma que os professores da rede pública municipal recebem melhor que os da rede particular.  O que ninguém entende é o porque de tanta paralisação comandada por ela, prejudicando milhares de alunos.
31 de Março
Nesta sexta-feira, 31, 53 anos do golpe militar de 1964 no Brasil, revolução que derrubou o presidente João Goulart, representando a reação dos setores conservadores da sociedade brasileira à manutenção da política populista no país. Com isso, o início do regime militar do marechal Castello Branco, que durou até 1985, quando, indiretamente, foi eleito o primeiro presidente civil desde as eleições de 1960, Tancredo Neves, que morreu antes de assumir.
31 de Março II
Em Feira de Santana, existe a rua 31 de Março, na Brasília, transversal da avenida Maria Quitéria, que lembra a data na história.
31 de Março III
Também tem praça Presidente Médici, a do Feiraguai, rua Marechal Castelo Branco, rua General Costa e Silva, que homenageiam militares que governaram o país.
Coluna publicada na edição desta sexta-feira, 31, do jornal "NoiteDia"

Antecipação nos balões de ensaio

Por Dimas Oliveira
As próximas eleições no Brasil, para presidente, senadores, governadores e deputados federais e estaduais, serão realizadas em outubro de 2018, provavelmente no primeiro domingo do mês, dia 7.
Se não mudarem as regras das eleições ocorrerá o primeiro turno na primeira semana de outubro e um segundo turno (se houver necessidade) três semanas depois para definir o presidente e governadores para o mandato de 2019 a 2023.
O jogo eleitoral para estas eleições ainda começa a ser jogado. Mas, em Feira de Santana, a questão pautada com antecedência de mais de três anos é sobre eleições municipais de 2020.
Assim, praticamente todo dia surge o nome de algum político como pré-candidato a prefeito. No outro dia, ou uma semana depois, o balão de ensaio se esvai, cai no esquecimento, pois sem sustentação. E o elenco de nomes vai crescendo como barro jogado.
No meio jornalístico, balão de ensaio é um jargão que caracteriza informação propositadamente vazada a fim de verificar de antemão possíveis efeitos de uma determinada medida. É algo como plantar informação. Uma prática que devia ser evitada, como soltar balões juninos. 
Interessante que ocorre a presepada em todas as eleições, bancada pelas mesmas pessoas de sempre. Detalhe é que dos nomes que vão sendo citados, os políticos nem sabem que são "pré-candidatos". E abandonam a barca furada que é incentivada. De fato, pelo que se sabe, eles não têm a intenção de candidatura em 2020.
O certo é que nomes apareceram e despareceram do cenário como nuvens passageiras. 
Trata-se de uma novela que não vale a pena ver de novo e as cenas dos próximos capítulos ainda vão aparecer até meados de 2020, quando se saberá de verdade quais serão nomes colocados para a disputa eleitoral.
Coluna publicada na edição desta sexta-feira, 31, do jornal "NoiteDia"

quinta-feira, 30 de março de 2017

Vereador equivocado

O vereador Edvaldo Lima (PP) criticou na sessão da Câmara Municipal de quarta-feira, 29, o filme "Apenas Amigos", que segundo ele é produzido pela Disney e mostra o primeiro beijo gay da produtora.
O pepista se equivocou. É que o Disney Channel exibiu nos Estados Unidos um episódio - "Apenas Amigos" (Just Friends) da série animada para a televisão "Star Vs. As Forças do Mal" (Star Vs. The Forces of Evil). Na verdade, o episódio tem uma cena com vários casais, de homem e mulher, se beijando e também um beijo entre dois gays. A série não é apresentada no Brasil.
Quanto ao filme "Apenas Amigos" (Just Friends), é dirigido por Roger Kumble, 2005, com Ryan Reynolds e Amy Smart. Trata-se de uma comédia romântica e não é da Disney.

Reservista há 50 anos


Local mais central de Feira de Santana: do abrigo ao desabrigo


Onde se localiza há 26 anos, desde 1991, a escultura "Caminhos de Feira de Santana", de autoria do artista plástico e arquiteto Juraci Dórea, na praça João Pedreira, local mais nobre de Feira de Santana, existia o Abrigo Santana.
O bem imóvel foi demolido em 1988 pelo então prefeito José Falcão, com a execução do Projeto Centro, que mudou a configuração urbana da cidade. 

Lançamento de "Suspiros de um Trovador"

O documentário "Suspiros de um Trovador", de Marcelo Rabelo, sobre a vida e obra de Rodolfo Coelho Cavalcante (1919-1987), cordelista e editor de folhetos populares, vai ser lançado na noite desta quinta-feira, 30, às 19 horas, no Espaço Cultural da Barroquinha, dentro da programação cultural do aniversário de 468 anos de Salvador. 
Feira de Santana foi locação do filme, entre 11 e 15 de outubro de 2014. É que, em 1945, quando veio de Alagoas para a Bahia, Rodolfo Coelho Cavalcante morou em Feira de Santana, onde vendia literatura de cordel na feira livre. Também foi propagandista e artista de circo. Em Salvador, escreveu suas histórias em versos e militou no jornalismo até sua morte.

Caboquinho e João Ramos, Franklin Maxado, Julivaldo Alves e Vado Dinamite, que fazem e vendem literatura de cordel em Feira de Santana, tiveram participações gravadas para inserção no documentário, assim como Isaías Cavalcante, conhecido como Ismoca, filho de Rodolfo e também trovador.
Marcelo Rabelo é autor do documentário "Batatinha - O Diplomata do Samba Baiano" e de "O Cantador de Chula", entre outros 15 filmes. "Suspiros de um Trovador" tem apoio da Secretaria de Cultura, pois selecionado em edital.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Filmes em Exibição no Orient Cineplace Boulevard

Semana até 5 de abril de 2017

LANÇAMENTOS NACIONAIS

O PODEROSO CHEFINHO (The Boss Baby), de Tom McGrath, 2017. Animação. Um bebê falante que usa terno e carrega uma maleta misteriosa une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que se acabe com o amor no mundo. A missão é salvar os pais, impedir a catástrofe e provar que o mais intenso dos sentimentos é uma poderosa força. Duração: 98 minutos. Horários: 13 horas, 15h05, 17h10 e 19h15. Sala 1 (240 lugares).

A VIGILANTE DO AMANHÃ (Ghost in the Shell), de Rupert Sanders, 2017. Com Scarlett Johansson, Takeshi Kitano, Juliette Binoche e Michael Pitt. Thriller de ação. Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 106 minutos. Horários: 14h10, 16h30 e 18h50, com cópia dublada, e 21h10, com cópia legendada. Sala 3 (165 lugares).
CONTINUAÇÕES
LOGAN (Logan), de James Mangold, 2016. Com Hugh Jackman, Patrick Stewart e Dafne Keen. Ação e ficção científica.  Em um futuro próximo, um Logan cansado cuida do Professor Xavier em um esconderijo. Mas as tentativas do mutante de se esconder do mundo e de seu legado são interrompidas com a chegada de uma jovem mutante. Cópia dublada. Em quinta semana. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 132 minutos. Horário: 21h20. Sala 1.
POWER RANGERS (Power Rangers), de Dean Israelite, 2017. Com Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler, Ludi Lin e Becky G. Ação e aventura. A jornada de cinco adolescentes que buscam algo extraordinário quando tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove está à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Em terceira semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 10 anos. Duração: 120 minutos. Horários: 13h40, 16h10 e 18h40. Sala 2 (158 lugares).
FRAGMENTADO (Split), de M. Night Shyamalan, 2016. Com James McAvoy, Anya Taylor-Joy e Betty Buckley. Thriller de horror. Kevin possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas dele e precisam encontrar algum meio de escapar. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 117 minutos. Horário: 21 horas. Sala 2.
A BELA E A FERA (Beauty and the Beast), de Bill Condom, 2017. Com Emma Watson e Dan Stevens. Fantasia musical. Moradora de aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana. Em terceira semana. Não recomendável para menores de 10 anos. Cópia dublada. Duração: 129 minutos. Horários: 13 horas, 15h35, 18h10 e  20h50. Sala 4 (261 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cinemas Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing do Orient Cinemas)

Convite da AME



Enviado por Carlos Carvalho

Trailer de "A Vigilante do Amanhã"


Assista
Trailer do thriller "A Vigilante do Amanhã", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 30, no Orient Cineplace Boulevard.

Trailer da animação "O Poderoso Chefinho"



Assista
Trailer da animação "O Poderoso Chefinho", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 30, no Orient Cineplace Boulevard.

Thriller e animação na primeira semana de abril



1. Scarlett Johansson em "A Vigilante do Amanhã"
2. Animação "O Poderoso Chefinho"
Fotos: Divulgação
Chega o quarto mês do ano e o Orient Cineplace Boulevard apresenta duas novidades a partir desta quinta-feira, 30. Uma é o thriller "A Vigilante do Amanhã" (Ghost in the Shell), baseado em clássico anime (mangá) japonês de sucesso. Outra é a animação da DreamWorks, "O Poderoso Chefinho".
Em "A Vigilante do Amanhã", elementos de ação, ficção-científica, crime, mistério e drama. A personagem major Motoko Kusanagi (Scarlett Johansson), criada por Masamune Ota, é uma ciborgue (tem partes orgânicas e cibernéticas) que faz parte de um grupo de elite da polícia que reúne agentes treinados na luta contra o terrorismo.
"O Poderoso Chefinho" gira em torno de um bebê muito incomum e sua chegada que impacta uma família.
O thriller de horror "Fragmentado", de M. Night Shyamalan, com James McAvoy como um personagem de 23 personalidades distintas, entra em segunda semana, em apenas uma sessão noturna.
Também continua, em segunda semana, o filme de ação e aventura "Power Rangers", baseado no quinteto de série dos anos 1990.
A fantasia musical da Disney "A Bela e a Fera", entra em terceira semana. E o muito bom  filme de ação e ficção científica "Logan", entra em quinta semana, com uma única sessão noturna.

"Lula e as pernas da mentira"

Por Mary Zaidan
Com pernas muito mais longas do que o dito popular proclama, a mentira sempre foi parceira dos políticos, por vezes confundida com esperteza e até sabedoria. Mas verdade seja dita: só foi institucionalizada no Brasil a partir do governo do ex Lula, que a ela conferiu requintes de mestre.
Lula mente com convicção.
"Não acredito que o mensalão tenha existido", disse Lula em 2012 em entrevista ao The New York Times. O mesmo Lula que, com olhos marejados, pediu desculpas aos brasileiros pelas falcatruas cometidas por companheiros. E que, entre "indignado" e "traído", assegurava nada saber.
O mesmo Lula que, com palco e pompa produzidos pelo PT, tenta agora destruir a Lava-Jato - "uma moeda que tem a cara da Globo, de outros jornais, da Polícia Federal, do Sérgio Moro, e não tem a cara do povo que tá sendo prejudicado".
Embora sem pé nem cabeça – como o povo estaria sendo prejudicado por uma operação que escancara as vísceras da corrupção? –, a frase remete à grande conspiração, em que tudo, todas as ações do Ministério Público, da Polícia Federal, da Justiça e da imprensa, têm como objetivo banir Lula da vida política nacional. E, com ele, toda a "esquerda".
Essa foi a inspiração do seminário "O que a Lava-Jato tem feito pelo Brasil", realizado pelo PT sexta-feira em São Paulo: dar solidez ao estado conspiratório.
E, claro, fermentar a campanha Lula 2018, melhor antídoto encontrado para protegê-lo dos processos em que é investigado, aos quais petistas e simpatizantes atribuem o caráter de perseguição.
Não fosse pela gravidade de se promover um evento para negar fatos, vários deles já julgados e com condenações, o seminário, de tão estapafúrdio, teria lugar de honra na galeria do riso.
Ali se gritou contra o vazamento criminoso de denúncias que envolvem roubalheira de companheiros e a favor daquelas que enredam gente do PMDB e do PSDB.
A Lava-Jato foi taxada como operação criada para "quebrar a Petrobras", como acusou José Maria Rangel, presidente da Federação Única dos Petroleiros. Ou para inviabilizar o desenvolvimento do Brasil, segundo Luiz Gonzaga Belluzzo, economista responsável pela criativa definição de neoliberalismo: "é regime de regulamentação para apropriação do Estado pelos interesses privados".
Isso dito diante de um ex-presidente e de um partido que desenvolveram um primoroso know-how em apropriação do Estado para interesses partidários ou, simplesmente, para rechear os bolsos.
Sem ter como se livrar das denúncias que cada vez ficam mais encorpadas, o PT - Lula à frente - tenta tirar proveito da segunda lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na qual há mais gente do PMDB, PP, PTB e até PSDB do que petistas, presentes com fartura no mensalão e no rol inicial do MPF, há dois anos.
Transformado em golpista, o ex-aliado PMDB, com quem Lula e Dilma subiram de mãos dadas ao Planalto, teria se enveredado em falcatruas por conta própria, sem conhecimento ou chancela dos petistas que comandavam a tropa. Mais: PROS, PRB e PC do B não venderam seus horários eleitorais para Dilma, embora tenham entregado todos os minutos à campanha dela.
Mas nada se compara à desfaçatez de Lula.
Como se fosse um jogo cujo placar trará vitorioso x derrotado, ele desrespeitou o juiz Sérgio Moro, o coordenador da força-tarefa da Lava-Jato, Deltan Dallagnol, e a Polícia Federal ao desafiá-los em uma disputa inexistente. "Eles deram azar porque foram mexer com quem não deveriam ter mexido. Nem Moro, nem Dallagnol têm a lisura e a ética que eu tenho nesses 70 anos de vida", disse Lula.
E, como se a Justiça tivesse qualquer intenção de barganhar com ele, transformou a obrigação de depor em Curitiba, dia 3 de maio, em ato de luta: "Eu vou nessa briga até o fim. Eu não tenho negociata".
É assim que Lula dá elasticidade às pernas da mentira. No passado, isso funcionou junto ao grande público. Hoje, limita-se aos fiéis seguidores. Dificilmente impressionará a Justiça.

Santini & Trio em Salvador


terça-feira, 28 de março de 2017

Em memória de Carlo Barbosa: "O Questionador do Caos"


Neste 28 de março, 29 anos da morte do artista plástico feirense Carlo Barbosa. Há quase 27 anos, em 20 de junho de 1990, escrevi uma matéria rememorativa após os dois anos de seu falecimento, publicada no jornal "Feira Hoje", cuja página me foi dada pelo jornalista e historiador Adilson Simas.
Avivando a memória com a lembrança de Carlos Barbosa
20.07.1945 - 28.03.1988
Antônio Carlos de Oliveira Barbosa, aliás Carlo Barbosa. Há ainda quem se lembre do artista morto prematuramente há pouco mais de dois anos? Se Carlinhos estivesse entre nós completaria hoje, 20 de julho, 45 anos de idade, mais da metade dedicada a produzir uma obra densa, dramática, até polêmica, onde mostra sua essência de artista que não se deixou envolver por modismos, preferindo utilizar como linguagem a emoção.
Para lembrar o artista e avivar a falta de memória do feirense é que transcrevemos um artigo publicado na revista carioca "Imposto de Renda", em junho do ano passado, denominado "O Questionador do Caos", escrito pela jornalista Antonieta Santos:
"Carlo Barbosa foi um artista coerente com a vida. Em duas décadas de pintura, exercida com sofrimento e resignação, em nenhum momento ele se deixou envolver pelo sucesso rápido e os fascínio do consumismo, e mergulhou a fundo numa arte exercida com determinação. Por isso, sem se rotular ou proferir qualquer engajamento político, ele usou sua força criativa para revelar uma realidade, se tornar uma voz ativa no cotidiano popular, do qual se sentia um representante autêntico.
Na última exposição do artista, uma retrospectiva, que denominou 'Síntese: 20 Anos de Arte', no Museu Regional de Feira de Santana, em julho de 1987, um conjunto harmonioso e coerente, num desempenho quase cronológico, onde mostrou a evolução de sua arte, desde os primeiros passos, ainda em Feira, sua terra natal, até os saltos maiores, no Rio e São Paulo, para onde se transferiu e viveu os anos mais criativos e tormentosos de sua existência. No conjunto, a obra ressalta, desde o primeiro momento, a preocupação com a contemporaneidade e o compromisso com a realidade, fosse ela a religiosidade do povo, a destruição da paisagem natural, o trabalho ou a liberdade de viver.
Essa preocupação ele registrou em depoimento no catálogo de sua exposição comemorativa de 10 anos de pintura, em 1981: 'Numa fase mais recente eu me proponho a documentar, através da pintura e do desenho, aspectos da paisagem urbana: o sistema, o poder econômico que impulsiona o progresso, a arquitetura mal programada apagando a paisagem, a destruição da beleza natural, o problema do espaço físico, o trabalho, o lazer, a religiosidade do povo. O Cristo Redentor surge como um símbolo inevitável no contexto da obra. Sem os detalhes de sua hierática presença, poderia estar falando de qualquer outro lugar. A ideia deste encontro entre a forma e expressão é abrangente quanto aos problemas e coisas da cidade onde resido'. Nessa época ele morava no Rio.
A necessidade de se comunicar, de deixar claro a que veio, o fazia deter-se no que considerava muito importante para o entendimento de sua obra: uma explicação clara. 'Não resta a menor dúvida de que o que pinto é claro, objetivo e fácil de entender. Mas detesto confusões e mal entendidos. É um problema íntimo de expressão. No momento, meu compromisso como artista é o da busca de novas experiências e conclusões, no aprendizado do dia a dia profissional, testando minha capacidade, procurando a solução para cada elemento enfocado'. Esse determinismo foi levado às últimas consequências. Mesmo sabendo que isso implicaria numa resistência do mercado, cada vez mais identificado com tendências e conceitos, aos quais passava distante, totalmente alheio aos modismos. 'O importante é pintar, jogar com as cores e formas, criar uma linguagem pessoal tanto quanto possível, pesquisar sem me prender a conceitos pré-estabelecidos', dizia.
Essa necessidade de independência ele considerava fundamental para sua criação. Mesmo assim, sua arte não parou de crescer e evoluir numa direção que nem ele mesmo sabia dizer para onde ia.
- Acho que caminho para uma abstração infinita, uma coisa que segue em direção ao cosmo, talvez uma transcendência que só a espiritualidade pode explicar. Mas, na essência, sou o artista dos sentimentos e da alma popular, um permanente questionador do caos, dos preconceitos, da discriminação, da violência. Meu universo paira em torno desses problemas e, mesmo que eles caminhem para uma abstração, sempre representam um questionamento das questões do povo."
ACERVO
Desde que o artista morreu o acervo de sua arte - que o crítico Flávio de Aquino, também falecido, já havia definido como uma das mais vigorosas de sua geração - estão sendo organizado pelas suas irmãs Laurice Barboza, que mora no Rio, e Maria da Conceição Barbosa, que reside aqui, ambas artistas plásticas como ele, além de sua mãe, Judith de Oliveira Barbosa, para ser exposto num local, que já existe e até tem nome, a Casa de Arte Ativa Carlo Barbosa, que fica na rua Leonídio Rocha, 174, centro. A casa vai funcionar como uma fundação e pretende eternizar a onra de Carlo Barbosa através de atividades artísticas e culturais e da divulgação dela, que terá ali o espaço e o reconhecimento de sua terra.
A Fundação Carlo Barbosa (FCB) existe desde 2002 e tem proporcionado ações no sentido de inserir a obra do artista no contexto cultural da cidade, por meio de trabalhos como sites, palestras, programas de visitação, exposições, seminários de pesquisa, projetos, oficinas de arte, curso livre de pintura e estudo da obra. Seu objetivo maior é preservar todo acervo do artista, composto de telas, desenhos, fotografias, publicações e documentos. A presidente atual da fundação, Lucy Barbosa, tem desenvolvido um trabalho de grande importância para os feirenses. Maiores informações através do site: http://www.fundacaocarlobarbosa.org/.
"Memórias - Pintores de Feira de Santana"
Uma das grandes ações da Fundação é o projeto "Memórias - Pintores de Feira de Santana", lançado em 28 de novembro de 2007, com um álbum onde constam biografia do patrono da entidade, textos de críticos de arte sobre sua obra e reproduções de telas do artista. O lançamento do primeiro álbum se deu na Galeria Carlo Barbosa, do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Em seguida, ainda em 2007, foi lançado álbum sobre o trabalho de Gil Mário. Em 2008, apresentação dos álbuns de Leonice Barbosa e César Romero. Em 2009, a vez do trabalho de Juraci Dórea. Em 13 de dezembro de 2012, lançamento dos álbuns com obras dos artistas Marcus Moraes e Pedro Roberto, no Casarão Fróes da Motta.
Em 1º de novembro de 2013, o desdobramento e amplitude do projeto "Memórias" com o lançamento da revista "Grandes Pintores Feirenses", contendo todos os sete artistas plásticos feirenses retratados.
Para Lucy Barbosa, presidente da Fundação Carlo Barbosa, os álbuns atendem a uma necessidade de resgate sobre as artes plásticas em Feira de Santana. Também tem o viés didático de atingir escolas que desejam conhecer mais sobre artistas feirenses.

"Já em campanha, Lula tenta inibir eventual prisão"



Ignorando a legislação, que proíbe campanha antecipada, até porque se considera inimputável, o ex-presidente Lula vem realizado comícios Brasil fora com objetivo eleitoral. Além de pavimentar seu retorno à Presidência, a estratégia de Lula é manter petistas e simpatizantes "mobilizados", como forma de inibir eventual decisão da Justiça de mandar prendê-lo pelos crimes dos quais é acusado na Lava Jato.
Novo palanque
Após fazer campanha na Paraíba, há uma semana, a pretexto de "reinaugurar" parte da obra da transposição, agora ele vai ao Acre.
Governo envolvido
O governador acreano Tião Viana (PT) convocou petistas e servidores públicos a recepcionar Lula no Estado, em 28 de abril.
Quem paga o jatinho?
Investigadores da Lava Jato devem ficar de olho no aluguel de aviões. Para ir à Paraíba, Lula usou um jatinho cujo aluguel custa R$ 100 mil.
Provocações
Lula e aliados provocam a Lava Jato. A Ciro Gomes coube ameaçar: se Sergio Moro mandar prendê-lo, a "turma" dele será recebida "na bala".
Fonte: Cláudio Humberto

segunda-feira, 27 de março de 2017

Subir à Jerusalém


Vídeo da produtora SerTão é destaque no SSA Mapping



Um vídeo produzido pela SerTão Filmes, produtora feirense, foi destaque no SSA Mapping, no sábado, 25, em Salvador. O evento foi o primeiro festival de video mapping da capital e teve como fachada para as projeções o histórico Palácio Rio Branco (Foto: Alan Lobo), prédio de 1549 e que já abrigou a sede do Governo da Bahia.
O vídeo da produtora foi realizado para outro evento que aconteceu em Salvador nesse fim de semana, o Bahia de Todas as Cores (BTC) Grafitti Festival, que reuniu uma legião de grafiteiros na capital entre os dias 23 e 26 deste mês, na terceira edição do festival. Durante a projeção do vídeo, a trilha sonora foi de outro feirense, o artista Uyatã Rayra.
Video mapping
Na projeção mapeada, como também é conhecido o video mapping, dá para projetar em superfícies não lineares que criam uma ilusão de óptica. Isso é possível através do uso de cores, formas e movimentos que reconstroem espaços. O @ssamapping é parte das comemorações do Festival da Cidade, comemorando os 468 anos da cidade de Salvador.
Assista:

Até Zé Mané é candidato

Tem muita gente aparecendo e sendo anunciada com pré-candidatura a prefeito de Feira de Santana em 2020. 
Faltam mais de três anos para as eleições e todo mundo quer ser candidato à Prefeitura. Antes das eleições de 2016 foi a mesma coisa.
Até Zé Mané está dizendo que é candidato.
Tudo balão de ensaio, que no final das contas não dá em nada.

Professores municipais ganham bem

Áudio de entrevista da sindicalista comunista Marlede Oliveira, presidente da APLB, ao radialista Joilton Freitas, no programa "Rotativo News" está bombando nas redes sociais. 
Ela afirma que os professores da rede pública municipal recebem melhor que os da rede particular. 
O que ninguém entende é o porque de tanta paralisação comandada por ela, prejudicando milhares de alunos.
Também ninguém entende o porque dela ter atacado o radialista na manhã desta segunda-feira, 27. O que ele fez foi uma pergunta que ela respondeu.

Cine Timbira: Primeiro ano (1973) com filmes destacados



Inaugurado há 44 anos, em 27 março de 1973, o Cine Timbira apresentou naquele primeiro ano, filmes destacados como "Ardil 22" (Catch 22), de Mike Nichols; "Um Homem Chamado Cavalo" (A Man Called Horse), de Elliot Silverstein; "A Filha de Ryan" (Ryan's Daughter), de David Lean; "Billy Jack" (Billy Jack), de T. C. Frank; "O Passado Condena" (Klute), de Alan J. Pakula; " O Pequeno Grande Homem" (Little Big Man), de Arthur Penn; "Onde os Homens São Homens" (McCabe & Mrs. Miller), de Robert Altman; "Confissões de um Comissário ao Procurador da República" (Confessione di um Comissario al Procuratore della Republica), de Damiano Damiani; "Este Louco, Louco Amor" (Le Grand Amour), de Pierre Etaix; "Quando É Preciso Ser Homem" (Soldier Blue), de Ralph Nelson; "Era uma Vez... no Oeste" (Once Upon a Time... in the West), de Sergio Leone; "Operação França" (The French Connection), de William Friedkin; "Queimada" (Burn), de Gillo Pontecorvo; "Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita" (Indagni Su um Cittadino al di Sopro di Ogni Sospetto), de Elio Petri.
Também os filmes brasileiros "Azyllo Muito Louco", de Nelson Pereira dos Santos; "Como Era Gostoso Meu Francês", de Nelson Pereira dos Santos; "Os Inconfidentes", de Joaquim Pedro de Andrade; "Memória de Helena", de David Neves; "Quando o Carnaval Chegar", de Carlos Diegues.
As informações foram tiradas de coluna de Cinema assinada por Dimas Oliveira no jornal "Feira Hoje", edição de 3 de janeiro de 1974, sobre balanço cinematográfico daquele ano.

Quando a RUF foi inaugurada há 50 anos

O professor Carlos Brito postou em seu Facebook foto da inauguração da Residência do Universitário Feirense (RUF) em Salvador, em 1967. A RUF ficava nos Barris. Foi uma ação do então prefeito João Durval Carneiro.
Na imagem aparecem Raymundo Pinto, secretário de Educação, e José Ferreira Pinto, vereador, ambos de terno e gravata, mais José Pires Caldas, o idealizador, Gilberto Ferreira, Antonio Carlos Marinho, Gerval Sena, Leonardo Pinto e Rossini Souza, entre outros.


domingo, 26 de março de 2017

Cia Jeová Nissi apresenta "Hipotermia" no Aprisco



A Cia. de Artes Nissi, formada por jovens voluntários que percorrem o Brasil e outros países, utiliza a arte como ferramenta de evangelismo e inclusão social.
Na noite de domingo, 2 de abril, a partir das 18 horas, durante culto do Ministério Aprisco, a Jeová Nissi apresenta "Hipotermia". 
A peça teatral mostra a vida de André e Juliana, desde a infância, passando pela adolescência, juventude, e a fase adulta, onde as escolhas definem o que cada um quer ser e viver.
Com um jeito totalmente cômico, sem restrição para crianças, jovens e adultos, a obra traz o público para perto e rindo diante de várias situações do dia a dia, com uma mensagem clara sobre os valores da família, intimidade, respeito, comunicação, relacionamento e perdão.
Assim como outras obras da companhia, "Hipotermia" tem final surpreendente e promete emocionar, alcançar as famílias e despertar cada um para uma total transformação.

Filmes assistidos dos sete aos 12 anos

Charlton Heston como Moisés em "Os Dez Mandamentos"
Foto: IMDb

Entre 1955 e 1960, dos sete aos 12 anos, a assistência de 129 filmes nos cinemas de Feira de Santana de então (Íris, Plaza, Santanópolis e Madrid).
Eis a relação, extraída dos meus primeiros cadernos de filmes:
REI DOS REIS (The King of Kings), de Cecil B. de Mille, 1927 (*); ROBINSON CRUSOE (Aventures of Robinson Crusoe), de Luis Buñuel, 1953 (*); HORIZONTES DO INFERNO (Hell’s Horizons), de Tom Gries, 1955; SANSÃO DE DALILA (Samson and Delilah), de Cecil B. de Mille, 1949 (*); O PETRÓLEO É NOSSO, de Watson Macedo, 1954; A VIRGEM DE FÁTIMA (The Miracle os Our Lady of Fátima), de John Brahm, 1952; SAI DE BAIXO, de J. B. Tanko, 1956: CARNAVAL EM MARTE, de Watson Macedo, 1955; ANGU DE CAROÇO, de Eurides Ramos, 1954; COSTUREIRO DE SENHORAS (Coiffeur de Dames), de Jean Boyer, 1954; REBELIÃO DE BRUTOS (Hell's Outpost), de Joseph Kane, 1954; ANASTASIA (Anastasia, Die Letzte Zarentochter), de Falk Harnack, 1956; METIDO A BACANA, de J. B. Tanko, 1957 COLÉGIO DE BROTOS, de Carlos Manga, 1956; O NOIVO DA GIRAFA, de Vitor Lima, 1957; TRAPÉZIO (Trapeze), de Carol Reed, 1956 (*) (este filme inaugurou reforma com CinemaScope no Cine Íris); GAROTAS E SAMBA, de Carlos Manga, 1957; A TRAGÉDIA CONDUZ O ESPETÁCULO (La Corda d'Acciaio), de Carlo Borghesi, 1954; A MORTE RONDA O ESPETÁCULO (Ring of Fear), de James Edward Grant, 1954; O ÉBRIO, de Gilda de Abreu, 1946; PRIMAVERA NO CORAÇÃO (Primavera en el Corazón), de Roberto Rodriguez, 1956; CHICO FUMAÇA, de Vitor Lima, 1958; DOMINGO SANGRENTO (Day of Fury), de Harmon Jones, 1956; O MUNDO SILENCIOSO (Le Monde du Silence), de Jacques Yves Cousteau, 1955; CARROSSEL (Carousel), de Henry King, 1956 (*); O CÁLICE SAGRADO (The Silver Chalice), de Victor Saville, 1954 (*); SINFONIA INTERROMPIDA (Interlude), de Douglas Sirk, 1957 (*) (este filme inaugurou o Cine Santanópolis); AS SETE COLINAS DE ROMA (The Seven Hills of Rome), de Roy Rowland, 1958; HELENA DE TRÓIA (Helen of Troy), de Robert Wise, 1954 (*); A LEI DO BRAVO (White Feather), de Robert D. Webb, 1955; QUATRO GAROTAS, QUATRO DESTINOS (Four Girl in Town), de Jack Sher, 1956; MARCELINO PÃO E VINHO (Marcelino Pan y Viño), de Ladislao Vajda, 1954 (*); O REI E EU (The King and I), de Walter Lang, 1956 (*); PAPAI FANFARRÃO, de Carlos Manga, 1956; MEU FILHO, MINHA VIDA (So Big), de Robert Wise, 1953; GUERRA AO SAMBA, de Carlos Manga, 1955; BEM NO MEU CORAÇÃO (Deep in My Heart), de Stanley Donen,1954 (*); OS PALADINOS DE FRANÇA (Orlando, Il Paladini di Francia), de Pietro Francisci, 1957 (este filme inaugurou o Cine Madrid); AS GRANDES MANOBRAS (Les Grands Manoeuvers), de René Clair, 1955; O BOCA DE OURO, de Eurides Ramos, 1956; CAVALEIROS DA TÁVOLA REDONDA (Knights of the Round Table), de Richard Thorpe, 1954 (*); FANTASIA ORIENTAL (Aan), de Mehboob Kahn, 1952; O FALCÃO DOURADO (The Golden Hawk), de Sidney Salkow, 1952; MALFEITORES DA FRONTEIRA (?); TARZAN E A ESCRAVA (Tarzan and the Slave Girl), de Lee Sholem, 1950 (*); NINHO DE ÁGUIAS (Screaming Eagles), de Charles Haas, 1955; HONRA DE SELVAGENS (Walk the Pround Lane), de Jesse Hibbs, 1956; TARZAN E A MULHER DIABO (Tarzan and the She-Devil), de Kurt Neumann, 1953; JEJUM DE AMOR (My Sister Eileen), de Richard Quine, 1955; TRÊS CORAÇÕES SOLITÁRIOS (Toy Tiger), de Jerry Hoper, 1956; O BELO SEXO (The Opposite Sex), de David Miller, 1956; TRABALHOU BEM, GENIVAL!, Luiz de Barros, 1955; O MENINÃO (You're Never Too Young), de Norman Taurog, 1955; TARZAN E A MONTANHA SECRETA (Tarzan's Magic Fountain), de Lee Sholem, 1949; SUA EXCELÊNCIA, O SEXO (The Second Greatest Sex), de George Marshall, 1955; 13 CADEIRAS, de Francisco Eichorn, 1957; TARZAN E A EXPEDIÇÃO PERDIDA (Tarzan and the Lost Safari), de Bruce Humberstone, 1957; LEOPARDO ASSASSINO (Killer Leopard), de Fred Beebe, 1954; SOB A LEI DA CHIBATA (Passion), de Alan Dwan, 1954; VIVA O PALHAÇO! (Merry Andrew), de Michael Kidd, 1958; DE VENTO EM POPA, de Carlos Manga, 1957; A SEREIA E O SABIDO (Texas Carnival), de Charles Walters, 1951; O BOBO DA CORTE (The Court Jester), de Norman Panama, 1956; AS PERNAS DE DOLORES (Die Beine von Dolores), de Geza von Cziffra, 1957; BARCOS AO MAR (Away All Boats), de Joseph Pevney, 1956; A ROSA DO ORIENTE (Joe Butterfly), de Jesse Hibbs, 1957 (primeiro filme assistido em sessão noturna); SEM FAMÍLIA (Sans Famile), de André Michel, 1958; AS QUATRO ESPADAS (Les Tres Mousquetaires), de André Hunebelle, 1953; SISSI (Sissi), de Ernst Marischka, 1956 (*); TEODORA, IMPERATRIZ DE BISÂNCIO (Teodora, Imperatrice di Bisancio), de Riccardo Fredda, 1953; VENENO DE COBRA (We're No Angels), de Michael Curtiz, 1955 (*); SISSI, A IMPERATRIZ (Die Junge Kaiserin), de Ernst Marischka, 1956 (*); SISSI E SEU DESTINO (Sissi Schicksalsjahre Eine Kaiserin), de Ernst Marischka, 1956 (*); OS SINOS DE SANTA MARIA (The Bells of Saint Mary's), de Leo McCarey, 1945 (*); FOGO EM MARACAIBO (Maracaibo), de Cornel Wilde, 1958; NOITES NO PAPAGAIO VERDE (Nachts im Grünen Kakadu), de Georg Jacob, 1957; BANDEIRANTES DA FRONTEIRA (Frontier Rangers), de Jacques Tourneur, 1959; MARUJOS IMPROVISADOS (Saps at Sea), de Gordon Douglas, 1938; TARZAN E A TRIBO NAGASU (Tarzan's Fight For Life), de Bruce Humberstone, 1958 (*); SAETA, O CANTO DO ROUXINOL (Saeta del Ruisenor), de Antonio Del Amo, 1957; O HOMEM QUE VOLTOU (Kettogai), de Michyo Yamamoto; ESCALA EM TÓQUIO (Stopover Tokyo), de Richard L. Breen, 1957; SE VERSAILLES FALASSE (Si Versailles M'Était Conte), de Sacha Guitry, 1953; AS AVENTURAS DE OMAR KHAYYAM (Omar Khayyam), de William Dieterle, 1957; A ÁRVORE DA VIDA (Raintree County), de Edward Dmytryk, de 1957; DA TERRA NASCEM OS HOMENS (The Big Country), de William Wyler, 1958 (*); NOITES EM MARDI GRASS (Mardi Grass), de Edmund Goulding, 1958; SALOMÃO E A RAINHA DE SABÁ (Solomon and Sheba), de King Vidor, 1959 (*); NOS DEGRAUS DA GLÓRIA (Slim Carter), de Richard Bartlett, 1957; O PEQUENO POLEGAR (Tom Thumb), de George Pal, 1958; A FAMÍLIA TRAPP (Die Trapp Famile), de Wolfgang Liebeneiner, 1956; SUBLIME TENTAÇÃO (The Friendly Persuasion), de William Wyller, 1956 (*); A MAIS BELA MULHER DO MUNDO (La Donna Piú Bella del Mondo), de Robert Z. Leonard, 1956 (*); ENTREI DE GAIATO, de J. B. Tanko, 1960; DOCE AURORA DA VIDA (The Sad Horse), de James B. Clarke, 1959; O GINETE DA TEMPESTADE (The Storm Rider), de Edward Bernds, 1957; A LANÇA PARTIDA (Broken Lance), de Edward Dymtryk, 1954 (*); AS MINAS DO REI SALOMÃO (King Solomon's Mines), de Compton Bennett e Andrew Marton, 1950; JUSTICEIRO MASCARADO (The Lone Ranger), de Stuart Heisler, 1956; QUE DIRÁ MINHA MULHER? (?); SOL E SANGUE (Thunder in the Sun), de Russell Rouse, 1959; GIGI (Gigi), de Vincent Minnelli, 1958 (*); O CAUDILHO DA SERRA (Sierra Baron), de James B. Clarke, 1958; SERENATA (Serenade), de Anthony Mann, 1956; SOB O SIGNO DO SEXO (The Best of Everything), de Jean Negulesco, 1959; LA VIOLETERA (La Violetera), de Luis Cesar Amadori, 1958; AS AVENTURAS DE DON JUAN (Adventures of Don Juan), de Vincent Sherman, 1949; SEM TEMPO PARA MORRER (Tank Force), de Terence Young, 1958; OU VAI OU RACHA (Hollywood or Bust), de Frank Tashlin, 1956; CHRISTINE (Christine), de Pierre Gaspard-Huit, 1958; RESSURREIÇÃO (Auferstehung), de Rolf Hansen, 1958; DE FOLGA PARA AMAR (The Perfect Furlough), de Blake Edwars, 1959; A MULHER QUE COMPROU A MORTE (The Man in the Net), de Michael Curtiz, 1959; VIRTUDE SELVAGEM (The Yearling), de Clarence Brown, 1946; ALMA DE BANDEIRANTE (Daniel Boone Trail Blazer), de Albert C. Cannaway, 1956; A FLOR QUE NÃO MORREU (Green Mansions), de Mel Ferrer, 1959; BALAS QUE NÃO ERRAM (No Name and the Bullet), de Jack Arnold, 1959; MARCHA DE HERÓIS (The Horse Soldiers), de John Ford, 1959 (*); AS LOUCURAS DE MR. JONES (The Fuller Brush Man), de Sylvan Simon, 1948; AFUNDEM O BISMARCK (Sink the Bismark), de Lewis Gilbert, 1960; E O SANGUE SEMEOU A TERRA (Bend of the River), de Anthony Mann, 1952 (*); O MUNDO EM SEUS BRAÇOS (The World in My Arms), de Raoul Walsh, 1952; BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES (Snow White and the Seven Dwarfs), de Walt Disney, 1937; NASCIMENTO, VIDA, PAIXÃO E MORTE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO (?); AS AVENTURAS DE GULLIVER (Gulliver's Travels), de David e Max Fleischer, 1939; A DAMA E O VAGABUNDO (Lady and the Tramp), de Hamilton Luske, Clyde Geromini e Wilfred Jackson, 1955; COM ÁGUA NA BOCA, de J. B. Tanko, 1956; A VOLTA AO MUNDO EM 80 DIAS (Around the World in 80 Days), de Michael Anderson, 1956 (*); e OS DEZ MANDAMENTOS (The Tem Commandments), de Cecil B. de Mille, 1959 (*).
(*) Filmes revistos em DVD de coleção própria
(?) Filmes sem maiores informações

sábado, 25 de março de 2017

Diferença

Terrorista islâmico usa civis (mulher e criança) como escudo. Soldado israelense protege mulher e criança.

Mais bossa no Boulevard com Santini & Trio



Mais bossa no Boulevard Shopping, neste sábado, 25. Com repertório de qualidade, última apresentação do grupo Santini & Trio (Foto), pelo menos nesta temporada.
O grupo é composto pelos músicos Rony Santini, Anderson Silva, Flaviano Galo e Rogério Ferrer, e tem animado o público nos sete últimos sábados na praça de alimentação Olney São Paulo.
O projeto foi iniciado em fevereiro, com quatro noites de jazz. Neste mês de março, a bossa nova, também em quatro sábados. O horário do deleite musical é entre 19h30 e 21 horas.

Promoção de vendas


Lembrando o épico "El Cid"

O épico "El Cid" (El Cid), de Anthony Mann, 1961, foi exibido em Feira de Santana, no Cine Madrid, em 1964. Foi o 307º filme assistido, conforme está anotado em caderno de filmes.
Tenho exemplar em minha coleção de DVD. Drama biográfico com aventura, romance e guerra, "El Cid " é um filme espetacular, grandioso. Tem Charlton Heston no papel título, Sofia Loren, Genevieve Page, Raf Vallone, Hurd Hatfield e Herbert Lom no elenco. São 189 minutos de duração.

O filme trata sobre a guerra entre cristãos espanhóis e mouros, no século XVI. Apresenta a trajetória de Rodrigo Diaz de Bivar, que ficou conhecido como El Cid, herói espanhol que uniu católicos e mouros do seu país para lutar contra um inimigo comum: o emir Ben Yussuf.

Lembrando "O Dia em Que a Terra Parou"

"O Dia em Que a Terra Parou" (The Day the Earth Stood Still), de Robert Wise, de 1951, é um clássico do cinema. Ficção-científica, em preto & branco, o filme é uma parábola sobre os anos 50, que são conturbados com o início da guerra fria. Tenho exemplar na minha coleção de DVD.
Uma nave espacial pousa em Washington D.C., e um extraterrestre com formas humanas, Klaatu (Michael Rennie), sai dela para fazer um apelo pacifista com o fim das guerras entre humanos. Ele ainda tem tempo de estudar o comportamento humano.
O filme sugere a ameaça comunista, trata de ciência versus militarismo, pânico. Família também é tema colocado - mãe solteira e relacionamento rompido -, além de amizade. A importância do rádio como difusor de notícias também é ressaltada.
O filme é inspirado no conto "Adeus ao Mestre", de Harry Bates, lançado em 1949.
Interessante a sequência da lousa, quando Klaatu anota soluções para equações de um cientista, e a frase "Klaatu barada nikto" - significado jamais explicado e que é cultuada entre aficionados da ficção científica -, usada pela personagem feminina (Patricia Neal) para controlar ação do robô.
O título se refere à paralisação literal da Terra por 30 minutos, numa demonstração do poder do extra-terreste Klaatu.
Em 2008, foi feito remake de "O Dia em Que a Terra Parou", com direção de Scott Derrickson e com Keanu Reeves encabeçando o elenco.
O diretor

Robert Wise (10 de setembro de 1914-14 de setembro de 2005) foi montador de "Cidadão Kane", 1941; dirigiu, entre outros filmes, "Punhos de Campeão" (The Set-Up), 1949; "Ratos do Deserto" (The Desert Rats), 1953; "Meu Filho, Minha Vida" (So Big), 1953; "Helena de Tróia" (Helen of Troy), 1955; "Honra a um Homem Mau" (Tribute To a Bad Man), 1956; "Marcado Pela Sarjeta" (Somebody Up There Likes Me), 1956; "Famintas de Amor" (This Could Be the Night), 1957; "O Mar É Nosso Túmulo" (Run Silent Run Deep), 1958; "Eu Quero Viver!" ( I Want To Live!), 1958; "Amor, Sublime Amor" (West Side Story), 1961; "A Noviça Rebelde" (The Sound of Music), 1965; "O Canhoneiro do Yang-Tsé" (The Sand Pebbles), 1966; "A Estrela" (Star!), 1968; "O Dirigível Hindenburg" (The Hindenburg), 1975; "Jornada nas Estrelas: Caminho das Estrelas" (Star Trek: The Motion Picture), 1979.