Terceira semana

Terceira semana
No Orient Cineplace Boulevard - 18h50

No Orient Cineplace Boulevard

No Orient Cineplace Boulevard

*

*

sábado, 31 de maio de 2014

Time do Vitória é muito ruim e está na zona do rebaixamento



O Vitória acaba de entrar na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O timeco ruim de doer perdeu para o Sport Recife jogando na noite deste sábado, 31, no Jóia da Princesa, em Feira de Santana, com público pequeno. São seis rodadas sem fazer jus ao nome. Vai manter a posição até o reinício da competição, após a Copa do Mundo.

Trio oposicionista recebido com entusiasmo na Bahia Farm Show



Ao contrário dos protestos sofridos pelo governador Jaques Wagner e sua comitiva, a chapa de oposição, liderada pelo pré-candidato a governador, Paulo Souto (Fotos: Valter Pontes), foi recebido com entusiasmo na 10ª Bahia Farm Show, na tarde deste sábado, 31. Por onde circularam na feira de agronegócio, realizada em Luís Eduardo Magalhães, Paulo Souto, Joaci Góes (vice) e Geddel Vieira Lima (senador) e os prefeitos ACM Neto e José Ronaldo (Feira de Santana) eram saudados com alegria por trabalhadores, produtores rurais, empresários, lideranças políticas e populares em geral.
Paulo Souto destacou que a realização da Bahia Farm Show, um dos maiores eventos de agronegócios do País, era uma demonstração da pujança do Oeste baiano. "Esta feira é um exemplo da importância econômica da região para o nosso Estado. Aqui centenas de milhões em negócios são movimentadas anualmente".
Segurança pública, manutenção periódica de rodovias, construção e conservação de estradas vicinais, aprimoramento da política agrícola, construção do aeroporto de Luis Eduardo Magalhães, ampliação de capacidade e melhoria da eficiência dos portos baianos foram pleitos apresentados ao trio oposicionista por representantes do setor produtivo regional.
Paulo Souto, Joaci e Geddel constataram a situação ruim das estradas e também sentiram a indignação da população com a escalada da violência e o caos da saúde pública, por causa da desatenção governamental com a região. "Nosso objetivo é reverter esta situação e reacender o sentimento de esperança entre os baianos do Oeste", afirmou Souto. Geddel, por seu lado, garantiu lutar no senado pela região e pela Bahia. Neste domingo, 1º de junho, o trio oposicionista vai estar em Barra, onde participa de encontro na AABB, às 9h30.
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Democratas Bahia)

Visão de "A Mulher do Rio"

Na tarde deste sábado, 31, a visão em DVD de "A Mulher do Rio" (La Donna del Fiume), de Mario Soldati, 1954. Sophia Loren, belíssima, então com 20 anos,  faz personagem de camponesa. O filme é considerado um exemplar de neorrealismo tardio, quando o movimento já se esgotara. Como Nives, a mulher do rio, ela denuncia o ex-amante (Rik Battaglia), pai de seu filho e ele foge da cadeia para se vingar. Uma tragédia envolve o garoto e o relato toma outro rumo.
Tem roteiro do estreante e futuro grande diretor Pier Paolo Pasolini.

Voto de cabresto no tempo do wi-fi

Por Rodrigo Rara
A sociedade baiana assistiu alarmada a elaboração de um triste capítulo na história da resistente e heroica Assembleia Legislativa da Bahia.
Nas eleições para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, na iminência de ver seu indicado sendo derrotado novamente na segunda rodada de votação, o líder da maioria Zé Neto, do PT, convoca seus liderados para o Sala da Presidência.
A reunião acaba, o segundo turno começa. Os deputados da oposição, vitoriosos na primeira votação com Carlos Gaban (DEM) vencendo apertado o deputado federal Zezéu Ribeiro (PT), assistem atônitos a mais nova e indecorosa estratégia do Governo Wagner na Assembleia Estadual: coagir seus parlamentares a tirarem foto de seus votos, em urna, para confirmarem suas posições pretensamente favoráveis ao Governo.
Na Casa das Leis, o sigilo de votação estava ali, sendo violado a cada flash. 
Voltemos a definição da epígrafe, que como o título sugere, é a do voto de cabresto, expediente largamente utilizado na República Velha que encontrou seu declínio - nunca extinção - na instituição do voto secreto em 1932, chamado assim devido sua raiz sócio-histórica na zona rural brasileira, onde o arreio de corda ou couro servia para prender o equino à estrebaria ou para conduzir sua marcha. Desta forma, caberia ao coronel conduzir "seus eleitores" à votação (aberta) para ratificarem o seu desejo pessoal. 
No caso citado, legítimo exemplo de voto de cabresto, há um agravante: estamos tratando de representantes escolhidos pelo povo, eleitos para, em seu nome, criar leis, fiscalizar o Executivo e, por óbvio, indicar soberanamente nomes ilibados e competentes para os Tribunais de Contas. Tudo isto, no terreno do legal e do ideal, claro. Lamentavelmente, em todas as estruturas legislativas do país encontramos pressão política aos parlamentares e rateamento de cargos no Executivo em troca de seus apoios, mas reitero: jamais foi dado noticia do tipo que ocorreu no fim da noite desta quarta-feira. 
Será que os parlamentares foram obrigados a enviar a fotos de seus votos, via WhatsApp, ao governador? O que acontecerá com aqueles que não possuem internet móvel, deverão pessoalmente levar suas fotografias ao césar ou ao líder da maioria? Entristeço-me na visão daquele parlamentar menos "muderno", ao receber a infame ordem, se desesperar à procura de um "celular com câmera" de um assessor mais próximo. Brincadeiras cômicas em um jogo trágico.
A mácula foi feita, o mal exemplo também. Na universalização dos smartphones e da internet móvel, inclusive nos rincões do país, deve ser alvo de preocupação, a lição dada aos líderes políticos locais de que o voto não precisa ser seguro e sigiloso, podendo agora ser até fotografado e compartilhado - portanto, melhor monitorado.
Que a nossa democracia compreenda a importância e os objetivos da velha instituição do voto secreto na mesma proporção que reconheça os avanços tecnológicos da atualidade.
Que os cidadãos baianos e brasileiros reajam a este precedente perigoso e emblemático que une-se a tantos outros nessa tentativa mal disfarçada de venezuelização do Brasil. 

Rodrigo Rara é um dos líderes da Juventude do Democratas na Bahia e estudante de Direito pela UFBA

Maior atenção ao Oeste é compromisso de Paulo Souto

"O Oeste precisa de mais atenção do governo. Por isso, defendemos a implantação de uma unidade de administração regional, ligada diretamente ao gabinete do governador, nesta região”, afirmou o pré-candidato oposicionista ao governo, Paulo Souto, em Barreiras, na manhã deste sábado, 31, reiterando o compromisso já anunciado em Teixeira de Freitas de descentralizar e aproximar a gestão do governo das regiões mais distantes, como o Oeste e o Extremo Sul.
No Espaço Bartira Eventos (Fotos: Valter Pontes), completamente lotado, ao lado dos também pré-candidatos Joaci Góes (vice) e Geddel Vieira Lima (senador), além dos prefeitos ACM Neto de Salvador e José Ronaldo de Feira de Santana, políticos e várias lideranças locais, Souto explicou a proposta de criar administrações regionais no Oeste e no Extremo Sul. Ele destacou a necessidade de aproximar mais o governo dessas regiões, que ficam nas divisas da Bahia. "Essas zonas territoriais, devido à distância da capital, acabam sendo prejudicadas no atendimento de suas necessidades pelo Estado".

Para Paulo Souto, as administrações regionais terão o papel de acompanhar e coordenar todas as ações do governo na região, com foco na qualidade dos serviços públicos prestados, funcionando como um elo entre o poder governamental e as populações locais. "O objetivo é levantar e transmitir diretamente as necessidades e prioridades regionais ao governador".

Na opinião do pré-candidato da oposição a governador, o verdadeiro desenvolvimento regional, com interiorização e integração da Bahia, somente se efetivará pela desconcentração dos investimentos e pela descentralização administrativa. "Além da ênfase na retomada do processo de atração de investimentos direcionados para o interior, a efetiva presença do governo nas regiões mais distantes do estado vai eliminar a sensação de abandono governamental e um possível sentimento separatista", concluiu.

O prefeito ACM Neto elogiou a proposta de Paulo Souto de governar mais próximo do povo baiano. "Penso como Paulo Souto que, quanto mais equilíbrio houver entre as regiões, melhor será para a Bahia." Com o assentimento do pré-candidato a governador, Neto anunciou que, eleito, Paulo Souto vai ampliar o Hospital do Oeste que ficou pequeno para atender a região. Ele ainda observou que a Bahia vai precisar de um senador "retado" em Brasília. "A coragem que falta em muitos políticos em Brasília, sobra em Geddel, o nosso futuro senador".

Geddel, por sua vez, destacou o compromisso da chapa oposicionista em acender a fé e o futuro da Bahia. "Paulo Souto é a certeza do homem experimentado que muito conhece os problemas de nosso estado. Eu quero ser a voz da Bahia no senado. Nossa chapa e constituída de homens públicos que costumam cumprir os compromissos assumidos. Não fazemos propaganda enganosa".

Acompanham o trio oposicionista o ex-governador Nilo Coelho, os deputados federais Fábio Souto, Maurício Trindade, Jutahy Júnior e Arthur Maia, o líder regional Zito Barbosa e os pré-candidatos Cláudio Taboada, João Gualberto e Pablo Barroso. 
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Democratas Bahia)

Novo Código Comercial e sua influência no agronegócio

Por Daniele Barreto
Tramita no Congresso Nacional o projeto do Novo Código Comercial, o PL 1.572/2011, de autoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP), que traz mudanças conceituais e práticas que disciplinarão o dia-a-dia das empresas. Já atrasada - pois na medida em que se industrializa, o Brasil fica para traz do ponto de vista do ordenamento jurídico -, a aprovação do Código lançará luz e regras no mundo empresarial. 
Arcabouço jurídico
O atual Código Comercial é de 1850, herança do império. Aprovado em junho do citado ano, regia as relações empresariais em um país latifundiário e cujo contexto comercial nada lembra as recentes inovações tecnológicas e a realidade social, econômica e ambiental do Brasil.
Vale ressaltar que tal norma sofreu inúmeras alterações no decorrer dos anos (numa vã tentativa de acompanhar a realidade) e, do original do século XIX, apenas temos a disciplina do Direito Marítimo. Todo o resto foi revogado em janeiro de 2003, quando entrou em vigor o Código Civil (CC) que trouxe um Livro tratando do Direito Empresarial. Ainda assim, mesmo com a recente mudança, não entendemos que a legislação contemple satisfatoriamente o peculiar setor.
Novo Código Comercial X Código Civil
Sendo aprovado o Projeto de Lei 1.572/2011, os artigos do CC que tratam do Direito das Empresas serão revogados, valendo a normatização nova.
Esse descarte de parte do Código Civil (que conta com pouco mais de 10 anos) e a profunda mudança na legislação não têm sido unânime na comunidade jurídica.
Enquanto o professor Carlos Joaquim de Oliveira Franco entende que o Código Civil ainda não foi bem absorvido pela população e que um novo Código Comercial geraria ainda mais problemas no setor, o autor da minuta do projeto (o professor Fábio Ulhoa, referência em Direito Comercial) argumenta que a economia brasileira mudou nos últimos tempos e as relações empresariais precisam ser desburocratizadas, através da adaptação nas leis e na condução das relações entre as empresas – o que tornaria obrigatória a elaboração de uma normatização mais densa e específica (como pretende o PL do Novo Código Comercial).
Segundo os que seguem o primeiro jurista citado, caberia, nesse momento, apenas pequenas mudanças no CC. Quem se filia à vertente de Ulhoa entende que discutir a matéria com profundidade leva, necessariamente, a princípios próprios de um Código Comercial - portanto, apartado na Lei Civil já vigente.
O Agronegócio no Novo Código Comercial
Esse projeto de Novo Código Comercial pretende grande influência no setor do agronegócio. Embora seja essencial ao crescimento do país - uma das maiores potências agropecuárias do mundo -, não há no Brasil uma legislação que discipline e assegure o setor, que tem larga importância, sendo responsável por 23% do PIB Nacional, o equivalente a mais de 1 trilhão.
O autor do Projeto classifica como "absurdo" o produtor rural ainda não ter tratamento de empresário pela legislação pátria, entendendo que o tema - pela importância - deve ser tratado como "questão de Estado". Mais do que uma simples regulamentação do setor, o que se objetiva é a preservação da cadeia produtiva - que se estende a indústria e comércio, e não se limita ao setor primário - mediante interferência do estado, inclusive, através do Poder de legislar.
Visando conferir ao setor dimensão jurídica compatível com a sua grandiosidade, em junho de 2012, o deputado federal Arthur Maia apresentou as Emendas nº 33 e nº 34, alusivas ao tema agronegócio, ao PL (o próprio deputado é Presidente da "Comissão Especial destinada a proferir Parecer ao PL nº 1.572 de 2011").
De fato, se afigura inadmissível que o agronegócio - propulsor da riqueza no país - não conte com leis específicas que permitam planejamento estratégico, estabilidade de preços, garantias de comercialização, dentre outras especificações que permitam, inclusive, ao agronegócio se articular com a sociedade e a cadeia produtiva e dialogar com o Judiciário baseado em normas mais compatíveis com a realidade do setor.
Com a inserção das Emendas referidas, Maia intenta reverter esse quadro, acrescentando o livro específico "Do Agronegócio" e colaborando com a busca que o setor trava pela excelência em competitividade.
Já nos primeiros artigos, a Emenda nº 33 conceitua o Agronegócio como "a rede de negócios, contratos e títulos que promovem a integração das atividades econômicas organizadas de fortalecimento de insumos, produção, comercialização, armazenamento, logística e distribuição, para consumo interno e internacional, de bens agrícolas, pecuários, de reflorestamento e pesca". Excepciona-se, por óbvio, a exploração da terra por grupo familiar sem caráter profissional e organizado, ainda que se comercialize o excedente, e atividades de caráter extrativista.
Como norteadora do setor, a Emenda inova trazendo a baila os "princípios do regime jurídico do agronegócio e dos sistemas agroindustriais", tais sendo: função social da cadeia agroindustrial; integração das atividades de cadeia agroindustrial, proteção da cadeia agroindustrial e desenvolvimento agroindustrial sustentável.
No tocante à função social, tão amplamente debatida, preocupou-se em versar sobre a proteção ao meio ambiente e a necessidade de produção de alimentos e bioenergia que se destine ao enfrentamento dos desafios globais de crescimento populacional. Percebemos que a abordagem da Emenda trás um entendimento compatível com a necessidade do Brasil em avançar na regulamentação do setor que mais cresce e destaca o país no internacionalmente, mostrando-se não apenas focada na questão econômico-financeira, mas de responsabilidade social e ambiental – o que compatibiliza a norma com outras regras de meio ambiente e proteção ao cidadão.
Em seguida, a Emenda insere os capítulos "Dos Contratos do Agronegócio" e "Dos Títulos do Agronegócio". Destacamos em ambos a abordagem do agronegócio como uma cadeia concatenada.
São disciplinados quatro contratos específicos: o contrato de monitoramento agroindustrial (tendo por objeto a prestação de serviços de levantamento inicial de lavoura, de reflorestamento ou de cria ou recria de animais e análise econômica agroindustrial); a administração fiduciária de estoques (tem por objeto a gestão de produtos, subprodutos ou resíduos de valor econômico dados em garantia ou entregues pelo produtor ou empresário da agroindústria); o depósito de produtos agropecuários (contrato pelo qual o armazém se obriga a guardar e conservar produtos dos gêneros dos autorizados por sua certificação) e a integração agroindustrial (empresários do agronegócio obrigam-se a conjugar recursos e esforços na exploração de atividade econômica agroindustrial, por meio de um sistema de integração).
Importância da regulamentação do agronegócio pelo Novo Código Comercial
O desempenho do agronegócio impõe que se volte um olhar mais atento ao setor.
Sucesso, inclusive em graves períodos de crise, o processo produtivo do agronegócio brasileiro tem passado por inovações que o ordenamento jurídico pátrio precisa acompanhar… Mas não tem conseguido!
Uma chance que não deve ser desperdiçada pelo Congresso é a aprovação do PL do Novo Código Comercial, visando, acima de tudo, desburocratizar o setor, garantir princípios gerais como a sustentabilidade e primar pela organização em cadeia.
Resta-nos esperar que o PL, como outras iniciativas aspiradas pelo povo brasileiro, não seja esquecido nos gabinetes do Congresso, enquanto os empreendedores do setor arcam com prejuízos repassados ao consumidor e enxergam, ainda que distante, a possibilidade de perda do protagonismo internacional, pela morosidade do Poder Legislativo.
Em sendo aprovado, as mudanças alçarão o Brasil à posição de primeiro país do mundo a reconhecer o agronegócio como uma atividade comercial por meio de um Código e guiarão nossa economia para maiores patamares.
Daniele Barreto é advogada, pós-graduada em Direito do Estado pela Ufba, consultora política credenciada pela Associação Brasileira de Consultores Políticos, colunista e blogger. www.danielebarreto.com.br

"O petismo é o malufismo pós-romântico"

Por Reinaldo Azevedo
Sempre que príncipes do pensamento - e da gramática! - como Emir Sader saúdam o caráter "progressista" do PT, eu e ele pomos a mão na carteira, por motivos diferentes.
O petismo, obviamente, não é e nunca foi, digamos, "progressista". A turma é autoritária, aí sim, e isso, obviamente, é outra coisa. O petismo é hoje um meio de vida. A turma se apoderou do estado e não quer largar o osso de jeito nenhum. E aí vale tudo.
E, se vale tudo, vale também uma aliança com Paulo Maluf não apenas por motivos pragmáticos. Ao contrário. Eles têm é orgulho mesmo. O petismo é a profissionalização do malufismo. O petismo é malufismo transformado num sistema. O petismo é o malufismo pós-romântico, entendem? O malufismo ainda era aquela coisa que dependia do talento individual para certas práticas, como Butch Cassidy e Sundance Kid. Notem: há uma certa inocência perversa em Maluf, como alguém que não consegue fugir à sua natureza. O PT é a racionalização da voracidade malufista.
A foto em que Lula e Fernando Haddad posam - Emir Sader escreveria "pousam" - ao lado de Paulo Maluf nos Jardins da Babilônia da mansão do notório político já fez história. Alexandre Padilha deve achar que o chefão do PP em São Paulo é uma espécie de talismã. E foi também ele em busca da sorte. Vejam as duas imagens, publicadas pela Folha.

É isso aí. Em 2010, Marilena Chaui tentou explicar a aliança do PT com Maluf. Segundo essa grande pensadora, Maluf não é de direita porque "sempre se apresentou como engenheiro". Para Marilena, quando o sujeito é engenheiro, não é de direita; quando é de direita, não é engenheiro.
Entenderam onde foi parar o petismo? Dá pra descer mais? Sempre dá.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"A farsa dos movimentos sociais"

"Carta ao Leitor" da "VEJA", edição desta semana:

CARTA AO LEITOR
Une os governos de Lula e Dilma Rousseff o apoio ao que seus ideólogos chamam de "movimentos sociais", que nada mais são do que grupos organizados para servir de massa de manobra aos interesses políticos radicais. O encarregado de organizar e manter vivos esses grupos é Gilberto Carvalho, que, de sua sala no Palácio do Planalto, atua como um ministro para o caos social. Essa pasta, de uma forma ou de outra, existe em todos os governos populistas da América Latina e se ocupa da cínica estratégia de formar ou adotar grupos com interesses que não podem ser contemplados dentro da ordem institucional, pois implicam o desrespeito às leis e aos direitos constitucionais. Ora são movimentos de índios que reivindicam reservas em áreas de agronegócio altamente produtivas e até cidades inteiras em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, ora são pessoas brancas como a neve que se declaram descendentes de escravos africanos e querem ocupar à força propriedades alheias sob o argumento improvável de que seus antepassados viveram ali. A estratégia de incitar esses grupos à baderna e, depois, se vender à sociedade como sendo os únicos capazes de conter as revoltas é a adaptação moderna do velho truque cartorial de criar dificuldades para vender facilidades.
Brasília assistiu, na semana passada, a uma dessas operações. Alguns índios decidiram impedir que as pessoas pudessem ver a taça da Copa do Mundo, exposta no estádio Mané Garrincha. A polícia tentou reprimir o ato, e um dos silvícolas feriu um policial com uma flechada. Atenção! Isso ocorreu no século XXI, em Brasília, a cidade criada para, como disse o presidente Juscelino Kubitschek no discurso de inauguração da capital, há 54 anos, demonstrar nossa "pujante vontade de progresso (…), o alto grau de nossa civilização (…) e nosso irresistível destino de criação e de força construtiva". Pobre jK. Mostra uma reportagem desta edição que progresso, civilização e força construtiva passam longe de Brasília. As ruas e avenidas da capital e de muitas grandes cidades brasileiras são território dos baderneiros.
Há três meses, o MST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, mandou seus militantes profissionais atacar o Planalto. Gilberto Carvalho foi até a rua, onde, depois de uma rápida conversa, se combinou que Dilma receberia os manifestantes. "O MST contesta o governo, e isso é da democracia", explicou Carvalho, o pacificador, que, com um dedo de prosa, dissolveu o cerco feroz. O MST é um movimento arcaico, com uma pauta de reforma agrária do século passado em um Brasil com quase 90% de urbanização e 80% da produção dos alimentos consumidos pelos brasileiros vinda da agricultura familiar. Por obsoleto, já deveria ter desaparecido. Mas Carvalho não permite que isso ocorra. O MST faz parte do exército de reserva e precisa estar pronto se convocado. Foi o que se deu na semana passada, quando João Pedro Stedile, um dos fundadores do movimento, obediente ao chamado do momento, atirou: “Só espero que não ganhe o Aécio Neves, porque aí seria uma guerra”. É impossível não indagar: contra quem seria essa guerra? A resposta é óbvia: contra a vontade popular e contra a democracia.
Fonte: VEJA

"O chavismo é aqui"


O líder do Democratas na Câmara, Mendonça Filho (PE), tentará barrar decreto de Dilma criando "conselhos populares", estrutura paralela ao Congresso. Para ele, é cópia do aparelhamento na Venezuela.
Fonte: Claudio Humberto

Deu em Claudio Humberto


sexta-feira, 30 de maio de 2014

"Ronaldo Caiado sai na frente de Aécio: 'É golpe do PT!'"



Por Felipe Moura Brasil 

Enquanto Aécio Neves (PSDB), sei lá, lê sobre o golpe de 50 anos atrás, o deputado Ronaldo Caiado (Democratas-GO) denuncia em seu perfil no Facebook o dessa semana:
É golpe do PT!!!
Vendo que vai perder no voto, o PT agora atua para criar um sistema paralelo de poder. Por meio de um nome "bonitinho", Dilma e PT assinaram o Decreto 8243/2014, que cria a Política e o Sistema Nacionais de Participação Social.
O decreto diz criar conselhos compostos por "cidadãos, coletivos, movimentos sociais institucionalizados" nos órgãos do governo. Mas só tem um detalhe: o próprio governo vai indicar esses membros desses conselhos. E mais: É o aparelhamento ideológico por meio de movimentos sociais, filiados ao PT e sindicalistas ligados ao governo.
Isso é uma afronta à ordem constitucional do País. O PT esvazia o poder legislativo e transfere as decisões aos seus "companheiros". Democracia se dá por meio dos seus representantes eleitos para o Congresso. Uma pessoa, um voto. Não existe cidadão mais importante que o outro. Agora o petista desses conselhos vai ter mais poder que um cidadão comum? Mais poder que alguém eleito democraticamente pelo povo?
PT quer criar cidadãos de 1ª classe (companheirada) e de 2ª classe (demais brasileiros). Não vamos permitir! O líder [do Democratas na Câmara, deputado] Mendonça Filho [PE] e eu apresentamos um Projeto de Decreto Legislativo para derrubar esse decreto antidemocrático da presidente Dilma.
Não vamos deixar esse ataque à Constituição e à democracia prosperar. Estamos avaliando acionar o STF. Dilma e o PT querem transformar o Brasil numa Venezuela, onde Chávez criou grupos de poder paralelos, que jogaram o País naquela bagunça, onde as instituições não são respeitadas.
O PT/Dilma escancarou sua face ditatorial! Fiquem atentos! Aqui não é a Venezuela. Não vamos admitir uma ditadura.
Pois bem. Mendonça Filho, na mesma linha de Caiado, disse ao Globo que Dilma e o PT querem enfraquecer o Legislativo - responsável por discutir as propostas de governo - e criar cidadãos de "primeira e segunda classe", alegando que apenas aqueles que integram movimentos sociais e sindicatos seriam ouvidos nos conselhos criados por Dilma.
- Esse decreto é uma aberração. É uma desfaçatez o PT e a presidente Dilma chegarem ao nível de passar por cima do Legislativo, caixa de discussão e ressonância da sociedade. Dilma quer criar um poder paralelo - disse Mendonça Filho.
Para ele, os integrantes das novas estruturas serão escolhidos pelo governo, o que já vicia todo o processo.
- Serão os Conselhos dos Amigos do Poder. Quer criar um poder paralelo e ainda cidadãos de primeira e segunda classe. Para ser ouvido, o cidadão comum tem que estar associado a uma ONG ou a um sindicato - disse ele.
Ok. Agora quem vai lá acordar o Aécio? Até agora, não se viu uma reação sua na imprensa nem nas redes sociais, e o site do PSDB não tem uma nota sequer a respeito (embora rechace "qualquer investida do PT para cercear a liberdade de imprensa"). Quanto tempo a tucanada demora para avaliar um decreto e tomar uma posição firme contra os "sovietes" do PT? Desde a instituição desses conselhos operários em 1905, que criou as bases para a revolução russa de 1917 e para todo o regime comunista que se seguiu, até a dissolução da URSS no começo dos anos 1990, passaram-se aproximadamente 85 anos. Veremos, então, se até 2099, Aécio já deu notícias.


Barreiras, LEM e Barra são os destinos da Oposição neste sábado e no domingo



A chapa de Oposição está rumo ao Oeste neste sábado, 31, e no domingo, 1º dejunho. No roteiro dos pré-candidatos Paulo Souto, a governador, Joaci Góes, a vice, e Geddel Vieira Lima, a senador, estão Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Barra.
No sábado, os oposicionistas se encontram com o povo de Barreiras, às 9h30, no Bartira Eventos, que fica no centro da cidade. No mesmo dia, ao meio-dia, Paulo Souto, Joaci e Geddel visitam a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães.
A cidade de Barra vai receber o trio da Oposição, no domingo, às 9h30, na AABB. "Nesta pré-campanha, estamos percorrendo a Bahia de Norte a Sul, de Leste a Oeste, para ouvir os anseios do povo baiano", afirma Paulo Souto.
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Democratas Bahia)

Verba para Hospital da Mulher

O Hospital da Mulher Inácia Pinto dos Santos receberá melhorias em breve. Desde quarta-feira, 28, o Ministério da Saúde colocou à disposição da entidade R$ 1,7 milhão para a compra de novos equipamentos. O valor, publicado na quinta-feira, 29, no "Diário Oficial da União", é fruto de uma emenda apresentada ao Orçamento pelo senador feirense João Durval (Foto: Reprodução), do PDT, e já está à disposição da Prefeitura de Feira de Santana.
Em Brasília, o senador João Durval comemorou a decisão do Ministério da Saúde que ele já esperava. "Apresentei a emenda porque o nosso Hospital da Mulher precisava de melhorias. Felizmente obtivemos sucesso, tanto na apresentação da emenda, quanto na decisão do governo em atender a Feira de Santana".
Para ele a questão da saúde é uma das mais importantes a ser resolvida, neste momento. "Observamos a situação da rede de atendimento do país e da Bahia. Hoje a saúde ainda é um problema. Por isso, tudo o que pudermos fazer é importante", comentou. João Durval foi o criador do Hospital da Mulher e acredita que o valor será importante para a compra de novos equipamentos e para a manutenção da entidade.

(Com informações de Silvio Romero, da Assessoria do Senador João Durval Carneiro)

"Nós, os ordinários"

Por Colombo Mendes
Somos nós, brasileiros, um povo sentimental, epidérmico e, por isso mesmo, raso, superficial. (Tanto que o termo "epidérmico", que em seu sentido derivado primeiro possui as descrições negativas "sem profundidade" e "superficial", derivou para um uso positivo, sendo ora sinônimo de reação inconformada.)Mas somos gente boa. Boa até demais, ao ponto de os aproveitadores deitarem e rolarem por aqui, aplicando sobre nossa superficialidadeuma engenharia social muito bem calculada.O resultado é um teatro dos absurdos continental.
Na última quarta-feira, 28 de maio de 2014, o Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar) considerou "desrespeitoso" o uso do termo "ordinária" em uma peça para a televisão. Querem proteger o povo de uma linguagem supostamente ofensiva, mas não foi o povo quem se ofendeu com isso, assim como não é o povo quem defende o aborto, a leniência oficial para com a bandidagem e a injeção de milhões de reais por ano em cursos de pós-graduação sobre a etnografia desconstrutivista pós-hipermoderna das tribos oprimidas do su-sudoeste africano. Mas somos nós, o povo, quem dá condições para que boa parte dos magistrados, legisladores, administradores, reguladores e auto-reguladores imponham sobre nós, o povo, suas concepções distorcidas de mundo.
O circuito é este: a beautiful people (a elite do jornalismo, da publicidade, da academia, do judiciário e da política) decide o que é e o que não é aceitável, impondo suas diretrizes sobre as ações de seus subordinados (a massa do jornalismo, da publicidade, da academia, do judiciário e da política); estes, nas editorias, nos escritórios, nas universidades, nos tribunais e nas casas legislativas e repartições absorvem e divulgam o discurso pré-moldado (não raro, sem nem perceberem), ignorando solenemente o que nós, o povão, pensamos; nós, por fim, seguimos silentes e, por isso, sem representação em nenhuma esfera de poder deste país. Pouco importa, por exemplo, que a ampla maioria dos brasileiros queira ver a bandidagem quebrando pedra em presídio; quem toma as decisões no Brasil decide pelo oposto disso porque leu no jornal ou viu na TV que bandido bom é bandido adulado, acarinhado, massageado.
Por aqui, então, o sujeito não pode, na TV, em uma evidente troça, chamar uma mulher de "ordinária" - mas está livre para (a sério, a trabalho) fazê-la rebolar quase nua, na mesma TV, no meio da tarde de domingo, para toda família ver. Falo do protagonista da propaganda censurada, o Compadre Washington, que, com seu grupo "É o Tchan!", nos anos 90 invadiu os lares brasileiros com um exército de bundas e muita música ruim. [A culpa não era só do tal Compadre, mas de quem o levava ao ar (entre eles, alguns publicitários que hoje hão de estar no Conar). "Manifestações artísticas" de péssima qualidade sempre existiram, ainda mais por aqui, onde qualquer sacolejar de chocalho é considerado arte. O problema é dar notoriedade a isso.]
Não surpreende. Por aqui, grupos muito mobilizados e engajados regulamentam a educação parental, com a pretensão de impedir que pais dêem palmadas em seus filhos para ensiná-los a ter modos e a respeitar os mais velhos. Por outro lado, é possível pleitear, com a ajuda dos mesmos grupos, o assassinato do filho ainda no ventre materno. E nós, o povo, o que pensamos disto? Bem, em geral, somos contra, mas, porque não queremos perder amigos e tempo com discussões, deixamos para lá. Ademais, a palmada é dada a olhos vistos, o que fere nossos sentidos, enquanto o aborto é feito às escondidas, por debaixo dos panos. "O que o coração não vê os olhos não sentem" - deveria ser esta a inscrição da bandeira nacional.
Piada, não; exposição extremada, sim. Palmada, não; morte, sim.
Por aqui, enfim, são atacadas as sensações, as manifestações mais superficiais do comportamento, cujas conseqüências, em verdade, são inócuas; contudo, ações realmente graves são liberadas e, pior, até mesmo estimuladas.
É por isso que choramos de emoção quando uma faxineira devolve uma bolsa com 10 mil reais a seu dono (somos gente boa, lembra?), mas damos de ombros quando o ex-presidente da República, outrora sindicalista humilde, transforma-se num dos homens mais ricos da corte (não vamos perder tempo nem amigos discutindo, lembra?). É por isso que há comoção nacional quando vem a público algum vídeo de algum maluco espancando um animal, mas há indiferença quando sabemos que 50 mil pessoas morrem por ano em função da violência. De fato, somos muito ordinários.


Fonte: "Mídia Sem Máscara"

"Pra que serve a Bancada Evangélica?"

Por Thiago Cortês
A Lei da Palmada pouca ou nada tem a ver com palmadas. Ou com os direitos das crianças. Ou com educar pais estúpidos. Ou com a paquita velha Xuxa. Ou com o menino Bernardo.
Ela tem mais a ver com a heresia dos que pretendem substituir Deus pelo Estado, nossa consciência pela legislação, nossas referências morais por burocratas arrogantes.
Somos humilhados, subestimados, roubados, vilipendiados, reduzidos a pagadores de impostos, tratados como bestas de cargas e idiotizados, dia após dia, por um Estado que pretende ser nosso pai, nossa mãe, nossa religião e, no limite, "nosso" deus.
A Lei da Palmada é mais um instrumento nas mãos daqueles que desejam bisbilhotar nossa privacidade, controlar nossas famílias, "corrigir" nossos hábitos e destruir a confiança que temos na nossa bússola moral interior que nos foi concedida pelo próprio Deus.
Querem substituir nossa bússola moral pelas leis dos homenzinhos que sonham com um Estado babélico que atinja as esferas divinas, impondo-se como Guia Moral Absoluto.
Aliados
Os babélicos de Brasília estão construindo, lei após lei, mentira depois de mentira, tragédia em cima de tragédia, o seu gigantesco Estado babélico. Uma vez que ele esteja erguido, qual um Guia Moral Absoluto, nenhum reles mortal aqui embaixo achará errado ou contraditório que a proibição das palmadas venha acompanhada da legalização do aborto.
Mas que ninguém se engane! O Estado babélico é obra feita em parceria. Nos momentos em que alguns cristãos, aqui embaixo, ameaçam derrubar o ídolo dos babélicos, ocorre uma rápida e engenhosa operação de apaziguamento por parte da Bancada Evangélica.
Os membros da Bancada Evangélica passam o tempo inteiro esbravejando contra o ídolo em construção, ganhando apoio da multidão aqui embaixo, mas nos momentos cruciais, quando há uma fagulha de resistência, reagem como exemplares agentes de pacificação.
Quando um deputado resolveu questionar no Congresso a hipocrisia dos defensores do Estado babélico, em sua maioria defensores do assassinato de bebês, e o marketing vulgar da paquita chorosa, os demais membros da Bancada Evangélica o repreenderam, cassaram sua voz e expulsaram do recinto sua moralidade cristã "incorreta" em favor decoro dos imorais.
Radical expulso, os babélicos rodearam a alma pornográfica que desfilou lágrimas televisivas, em puro êxtase demagógico. É sempre um espetáculo, a hipocrisia líquida.
Os membros da Bancada Evangélica passam quatro anos esperneando contra a idolatria do Estado. Mas no ano em que tudo pode mudar eles resolvem fechar acordos com os babélicos.
Tiram fotos com líderes babélicos, discursam e choram em favor deles e sua idolatria.
Os deputados evangélicos anestesiam a multidão de cristãos com garantias de que os idolatras em Brasília são sensíveis à lei moral de Deus e que eles até oram, lá de cima, como os cristãos aqui embaixo, o que seria uma prova de que no fundo também são cristãos.
Fomos derrotados pelos idolatras - mais uma vez. Mas eles tiveram a ajuda fundamental de deputados evangélicos - mais uma vez. Os idolatras não poderiam ter aliados melhores.
Da próxima você que você olhar para o horizonte tente imaginar o tamanho que o abominável ídolo já ganhou. A sua herética altura agora só poderá ser contida pelo próprio Deus.
Pense nos idólatras invadindo nossos lares para educar nossos filhos sobre a superioridade da ideologia babélica. Imagine isso e reflita: pra que serve a Bancada Evangélica?
 www.juliosevero.com
Fonte: "Mídia Sem Máscara"



Incorporadora goiana FGR Urbanismo entrega Jardins Coimbra em Belém neste sábado



Depois de lançar no dia 21 deste mês o Jardins Siena na cidade de Araguaína-TO, a incorporadora goiana FGR Urbanismo, uma das principais empresas do segmento no país, entrega neste sábado, 31, a partir do meio dia, em Marituba, na Grande Belém, o Jardins Coimbra, primeiro condomínio da FGR no Pará. A data será comemorada com um almoço especial para 350 convidados. O empreendimento faz parte do Reserva Jardins, bairro planejado da incorporadora localizado na região metropolitana de Belém. Idealizadora de um conceito que garante o máximo em qualidade de vida nos seus empreendimentos - o "Jeito Jardins de Viver" -, a FGR já possui 28 anos de mercado, 11 Jardins entregues em Goiás e outros cinco nos estados de Minas Gerais, Ceará e Rio Grande do Norte.
Sobre o empreendimento - O Jardins Coimbra receberá até 443 famílias que terão o privilégio de morar em um paraíso de segurança, tranquilidade e qualidade de vida numa região que se desenvolve e valoriza constantemente, consolidando-se como verdadeira área urbana da capital paraense. O empreendimento de 526 mil m² de área total e 128,7 mil m² de área verde faz parte do Reserva Jardins, bairro planejado localizado no Km 18 da BR 316, em Marituba, região Metropolitana de Belém. O Jardins Coimbra será entregue com obras de pavimentação, terraplanagem, instalação das redes de água, esgoto e galerias de águas pluviais concluídas, permitindo que os futuros moradores possam iniciar a construção de suas residências de imediato.
 A FGR Urbanismo confiou o trabalho de concepção do Jardins Coimbra a uma equipe de renomados arquitetos urbanistas que cuidaram de todos os detalhes. Lúcia Rios Peixoto da Silveira é a responsável pelo Complexo Portaria;  Luiz Fernando Cruvinel Teixeira é o autor do Projeto Urbanístico; Maria Cecília  Barbieri Gorski é a autora do Projeto Paisagístico; e Manoel Balbino é o responsável pelos projetos das áreas de lazer e quiosques. Fazem parte do mix diferenciado de esporte e lazer: duas quadras de tênis, uma quadra poliesportiva, dois campos de futebol society, uma pista de cooper,  duas quadras de vôlei de areia, três estações de ginástica, quatro parques infantis, ruas de lazer e um clube privativo com piscina com raia de 25m, quiosques, espaço para restaurante e bar, salão de festas, sauna com spa e sala de fitness.
(Com informações das jornalistas Doris Costa e Taysa Lara, da Bastidores - Assessoria de Comunicação)









Damha Urbanizadora promove Festival de Chocolates em estande de Feira de Santana e Barra dos Coqueiros


A Damha Urbanizadora, uma das empresas líderes no segmento de loteamentos e condomínios fechados no Brasil, aposta em ações de relacionamento para fidelizar os condôminos. No domingo, 18 de maio, aconteceu um festival de chocolates totalmente voltado à integração da Damha com os proprietários que já garantiram seus lotes em Feira de Santana e Barra dos Coqueiros-SE.
Além de participarem, os clientes Damha tiveram a oportunidade de levar familiares e amigos para conhecerem os diferenciais dos loteamentos Damha, reconhecidos pela alta qualidade construtiva e total integração com a natureza, além de degustar diversos tipos de chocolates. O sucesso da iniciativa foi tamanho que Luiz Lissner, diretor comercial da Damha Urbanizadora, já pensa em novas estratégias, na ampliação de formato e diversidade de temas para aplicar em outras cidades.
"A Damha busca, desde o primeiro contato, estabelecer um relacionamento de longo prazo com seus clientes. Queremos que eles percebam a nossa preocupação e cuidado com nossos compradores, pois eles são fundamentais e a base para a continuidade da nossa história de sucesso", finaliza Lissner.
Para conhecer os empreendimentos ou obter mais informações sobre a Damha Urbanizadora, visite www.damhaurbanizadora.com.br
Sobre a Damha Urbanizadora
A Damha Urbanizadora é uma empresa parte do Grupo Encalso Damha, conglomerado empresarial fundado em 1964 que atua nos seguintes segmentos: Engenharia Civil, Agronegócios, Shopping Center, Concessão de Rodovias, Energia e Empreendimentos Imobiliários.
Presente no cenário nacional desde 1979, a Damha desenvolve e executa loteamentos fechados e condomínios residenciais, reconhecidos pela alta qualidade urbanística e construtiva. Em seus projetos, aplica o que há de melhor em conceito de urbanismo no País e infraestrutura qualificada, em perfeita harmonia com o meio ambiente. Ao projetar empreendimentos que integram padrão diferenciado de moradia, lazer e segurança, a Damha transforma o cotidiano dos moradores e das cidades em que se insere.
A Damha Urbanizadora conta atualmente com 58 empreendimentos e mais de 20 mil unidades comercializadas e está presente em 17 Estados brasileiros além do Distrito Federal, sendo que em nove deles - Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe - com empreendimentos já implantados. Em 2013, obteve crescimento de 20%, alcançando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 700 milhões, e para 2014, projeta um crescimento de 20%, alcançando um VGV lançado de R$ 840 milhões. O landbank total é de mais de 100 milhões de m², que representam um VGV potencial superior a R$ 7 bilhões.
Enviado por Lilia Campos

Deu em Claudio Humberto


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Heraldo Rocha: "Wagner, o barão é você"



"Wagner, que história é esta de 'barãozada'? Foi você quem comprou apartamento na encosta da Vitória, um dos metros quadrados mais caros do Brasil, depois que virou governador", reage o presidente do Democratas Salvador, Heraldo Rocha (Foto: Valter Pontes), à tentativa demagógica do governante de imputar aos adversários políticos a defesa dos interesses dos mais ricos em detrimento dos mais pobres.
"Você é que é o barão, Jaques Wagner. Pena que o preço dessa ascensão social é a tragédia da Bahia nestes quase oito anos de seu mandato, quando o outrora tranquilo estado se transformou numa praça de guerra, com mais de 34 mil assassinatos. A saúde pública é um caos desumano, E a péssima educação liquidou o futuro de milhões de jovens", observa Heraldo Rocha.
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Democratas Bahia)

Justiça suspende propaganda antecipada do PT




A juíza eleitoral Maria do Socorro Barreto Santiago concedeu liminar, suspendendo a propagada partidária do PT, na qual o ex-presidente Lula faz proselitismo ao lado do pré-candidato petista à sucessão do governador Jaques Wagner. A magistrada atendeu representação do partido Democratas, que denunciou o uso do horário político como antecipação de campanha.
"É abusar da inteligência alheia, usar o horário partidário para fazer campanha eleitoral, quando a legislação é clara ao determinar que a campanha no rádio e na tevê só começa em agosto. Vamos respeitar a lei, minha gente. O jogo democrático tem regras", comentou o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia (Foto: Valter Pontes).
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Democratas Bahia)

"Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!"



Por Reinaldo Azevedo
Atenção, leitores!
Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.
De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal "Política Nacional de Participação Social" e o um certo "Sistema Nacional de Participação Social". O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de "movimentos sociais".
O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é "sociedade civil" em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: "I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações;"
Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não-institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que "todos os órgãos da administração pública direta ou indireta" contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil - que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil
Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais - que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições.
Isso que a presidente está chamando de "sistema de participação" é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida púbica e os que não têm. Alguém dirá: "Ora, basta integrar um movimento social". Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político.
A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático.
O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal.
Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"