Venda antecipada de ingressos no Orient Cineplace Boulevard

Venda antecipada de ingressos no Orient Cineplace Boulevard

Em lançamento mundial no Orient Cineplace Boulevard

Em lançamento mundial no Orient Cineplace Boulevard
13 - 15h40 - 18h25 (Dub) - 21h10 (Leg) no Orient Cineplace Boulevard

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Público aplaude "Pantera Negra"


Em "Pantera Negra" (Black Panther), de Ryan Coogler, que está em lançamento mundial também em Feira de Santana, no Orient Cineplace Boulevard, não há créditos de abertura, a não ser vinheta de Marvel Studios. O título do filme só aparece no final dos créditos de fechamento.
Trata-se do 18º filme lançado pelo Marvel Studios para o seu Universo Cinemático - marca o Capítulo Seis da Fase Três do UCM.
O co-criador - com Jack Kirby - do rei T’Chala/Pantera Negra Stan Lee aparece no filme em cena em cassino em Busan, na Coréia do Sul.
Depois dos primeiros créditos no final, uma cena com T'Challa (Chadwick Boseman), acompanhado de Nakia (Lupita Nyong'o), Okoye (Danai Gurira) e Shuri (Letitia Wright), em reunião no Conselho da Organização das Nações Unidas (ONU), falando sobre tornar o mundo um lugar melhor.
Mais créditos e mais uma cena, com Shuri em contato com o convalescente Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan). O que remete a "Vingadores: Guerra Infinita" (Avengers: Infinity War), de Anthony e Joe Russo, que será lançado em 26 de abril.
E no final do fim, o anúncio: A Pantera Negra retornará em "Vingadores: Guerra Infinita".
Nas sessões, a maior parte dos assistentes esperam pacientemente essas surpresas finais. E levantam das poltronas aplaudindo.
"Pantera Negra", o filme do super-herói africano - Wakanda é um país ficcional - tem muita ação, aventura e ficção científica. Trata sobre identidade e responsabilidade. Tem romance, humor, drama familiar e até espionagem internacional.

Sessões lotadas para ver "Pantera Negra"


Compra de ingresso e fila para entrada no Orient Cineplace Boulevard. Sessões lotadas nesta sexta-feira, 16, para ver "Pantera Negra".
O filme da Marvel Disney entrou em cartaz em lançamento mundial na quinta-feira, 15. Sessões às 13 horas, 15h40 e 18h25, com cópia dublada, e às 21h10, com cópia legendada. 

"Por que Lula adiou mais uma caravana"


À espera que a Justiça fale
Por Ricardo Noblat
Nada a ver com problemas de agenda de outros líderes latino-americanos que prometeram encontrá-lo em meio à viagem. Nem com férias de universidades que ele pretendia visitar à caça de apoio.
Antes marcada para começar em 27 de fevereiro, a caravana de Lula por Estados do Sul foi remarcada para o dia 19 de março próximo por razões estratégicas de sua defesa diante da Justiça.
Pegaria mal para ela que Lula saísse por aí falando contra tudo e contra todos no momento em que o Supremo Tribunal Federal se prepara para julgar um pedido de habeas corpus capaz de evitar sua eventual prisão.
De resto, o tribunal de Porto Alegre deverá anunciar dentro de semanas se confirma ou não a decisão de condenar Lula a 12 anos e um mês de cadeia. Caso confirme, ele será obrigado a se entregar.
Fonte: https://veja.abril.com.br/blog/noblat

Primeiro block-buster do ano


Chadwick Boseman como "Pantera Negra" (Foto: IMDb)


Uma das grandes apostas da Disney para o primeiro semestre - a expectativa é que renda em torno de 140 milhões de dólares até domingo, 18, o filme de ação, aventura e ficção científica "Pantera Negra"  (Black Panther), de Ryan Coogler, em lançamento mundial, entrou na quinta-feira, 15, em 3.800 salas de cinema na América do Norte e em 1.200 salas no Brasil, incluindo o Orient Cineplace Boulevard, com sessões às 13 horas, 15h40 e 18h25, com cópia dublada, e às 21h10, com cópia legendada. 

Na Veja: "Propina financiava até IPVA e conta de luz de Gleisi"


Reportagem de Hugo Marques, na "Veja", conta as revelações do advogado Marcelo Maran, que confessou ter controlado as contas da senadora
Em depoimento inédito colhido pela Procuradoria-Geral da República, o advogado Marcelo Maran detalhou como dinheiro desviado dos cofres públicos financiou, além das campanhas eleitorais de Gleisi Hoffmann, o conforto da senadora e de sua família.
Segundo Maran, despesas comezinhas da atual presidente do PT e do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, eram bancadas por uma conta-propina abastecida, na ponta, pelo dinheiro do contribuinte. Os gastos incluíam gasolina, taxas de IPVA, conta de luz, condomínio, conserto de liquidificador, brinquedos para seus filhos e pequenos luxos, como motorista particular - informações que ela nega.
Abaixo, um pequeno trecho do que diz o relator. Para assistir ao vídeo completo e ler na íntegra a reportagem, clique aqui.
Fonte: https://veja.abril.com.br

Trailer de "Os Incríveis 2"


Assista ao trailer
A família mais incrível de todos os tempos está de volta. A animação da DisneyPixar "Os Incríveis 2" (Incredibles 2), de Brad Bird, chega nos cinemas brasileiros em 28 de junho.
A continuação da animação "Os Incríveis" (Incredibles), de Brad Bird, 2004, ganhou seu primeiro trailer na quarta-feira, 14. 
A história do novo filme começa logo após os acontecimentos narrados no primeiro, com novos desafios do Sr. Incrível, Mulher-Elástica, Flecha, Violeta e do bebê Zezé.
No trailer, a vida de dono de casa de Bob, o sr. Incrível. Ele tem que tomar conta do bebê e das crianças Flecha e Violeta, enquanto a Mulher-Elástica salva o mundo.
"Os Incríveis" teve quatro nominações ao Oscar e ganhou dois prêmios: Melhor Animação e Melhor Edição de Som.

"Ano mal começa e partidos já levam R$ 65 milhões"


O Fundo Partidário, que deve distribuir R$ 780 milhões este ano, já rendeu aos partidos R$ 64,5 milhões apenas em janeiro. O PT de Lula continua a ser o maior beneficiado: faturou R$ 8,2 milhões em apenas um mês, seguido pelo PSDB do senador Aécio Neves: R$ 7,11 milhões. Para piorar, o Congresso aprovou a reforma política, em 2017, criando o "fundo eleitoral" que vai dar aos partidos ao menos R$ 1,7 bilhão.
Com nossa grana
O PMDB de Michel Temer e Renan Calheiros é o terceiro partido que mais dinheiro levou do Fundo Partidário, em janeiro: R$ 6,91 milhões.
Sangria no nosso bolso
De 2007 a 2017, os partidos levaram R$ 4 bilhões do fundo partidário. E agora vão dividir cerca R$ 2 bilhões extraídos do bolso do contribuinte.
E tem mais!
Além dos dois fundos, partidos políticos também dividem o que a Justiça Eleitora
l arrecada com multas, cerca de R$ 80 milhões por ano.
Fonte: Cláudio Humberto


Campanha cristã contra o feminismo viraliza: "O feminismo é idiota"


Assista ao vídeo

Produção polonesa afirma que "O feminismo é idiota e contraria o bom senso"
A página conservadora polonesa idź Pod Prąd [Contra a Corrente] tem atraído a atenção da mídia na Europa por ter gerado uma campanha contra o feminismo, indo - como sugere seu nome -  na contramão do que estão impondo como aceitável hoje em dia.
O material, que afirma ser a parte 1 de uma série, já teve mais de 650 mil visualizações e passou de 7 mil compartilhamentos. Basicamente, são testemunhos de várias mulheres contra o feminismo. A maioria delas usa camisetas com mensagens cristãs.
O texto que acompanha o vídeo diz: "Declaramos que, como mulheres, queremos dizer que não estamos interessadas no mundo projetado pelas feministas. Rejeitamos a ideologia de gênero, teoria queer, ecologismo e outras ideias esquerdistas. Estamos cansadas de ver algumas feministas insatisfeitas nos dizendo o que fazer, onde trabalhar e o que usar… Nos irrita que apenas as feministas e as esquerdistas falam sobre mulheres. Somos mulheres normais e temos nossa própria voz. Está na hora de mostrar às feministas que sua ideologia é estúpida e prejudicial para todas as mulheres!".
Uma das mulheres que fala no vídeo reclama que o feminismo "tira da mulher as suas características naturais, como a graça, a beleza, a sensibilidade e o direito de ser frágil. O feminismo força a mulher a tentar provar que pode ser igualzinha aos homens".
Outra diz: "Deus criou você de uma maneira tão linda. Deixe que seja assim". Uma terceira, afirma: "Uma mulher conservadora não precisa mudar nada. Ela sabe que é uma mulher e não sente falta de nada". Perto do final, uma delas dispara: "O feminismo é idiota e contraria o bom senso".
A campanha iniciada por elas tem como slogan "Sou uma mulher, #NãoUmaFeminista".
Como era esperado, elas estão recebendo críticas por irem contra o discurso do politicamente correto, mas isso não parece preocupar os donos da página.
O texto de apresentação da idź Pod Prąd diz que "Deus não entregou as Sagradas Escrituras para uma casta dos sacerdotes ou professores de teologia. É uma carta endereçada diretamente a você! Durante muitos anos em nosso país, o título 'cristão' foi fortemente desacreditado e queremos mudar isso".
Além de posicionar-se contra os ideais feministas, elas também divulgam material sobre a perseguição aos cristãos e os males do comunismo no mundo. 
Com informações de Cosmopolitan Kobieta
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

Maior fanpage religiosa do mundo é de cristãos que oram por Israel


The Jerusalem Prayer Team tem 34 milhões de fãs
O The Jerusalem Prayer Team (JPT) é um ministério cristão dedicado a interceder por Israel, mais especificamente por Jerusalém. Seu fundador é Mike Evans, um influente evangelista e antigo aliado de Donald Trump. Ele tem feito grandes investimentos para que a Igreja perceba a importância da promessa de Gênesis 12: 3, onde Deus promete abençoar aqueles que abençoam os descendentes de Abraão.
Atualmente, a página do JPT no Facebook possui mais de 34 milhões curtidas, o que a tornou a maior página religiosa do mundo na rede social. Até recentemente o cargo era ocupado pela Jesus Daily, que oferece meditações e mensagens bíblicas.
Em terceiro lugar está o líder islâmico sheik Mohammed al-Arifi, que apesar de ter sido banido de vários países da Europa por sua pregação extremista, não sofre censura da rede de Mark Zuckerberg.
A influência da JPT também pode ser medida pela comparação com as páginas de pregadores famosos, tendo mais seguidores que Joel Osteen ou Joyce Meyers, por exemplo. Também reúne mais pessoas que as sete maiores páginas judaicas do mundo.
Chama a atenção o fato de ela ser, basicamente, um ministério de oração online, cujo tema mais abordado é a intercessão. Eles estão ligados à Fundação Amigos de Sião, que premia os apoiadores de Israel no campo religioso e político. Recentemente, eles homenagearam mais de 100 líderes mundiais, incluindo Donald Trump, Mike Pence e o presidente Jimmy Morales, da Guatemala, pelo reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Segundo Evans, sua equipe de oração dedica-se a oração pelo povo judeu em todo o mundo. Agora, eles dizem que seu objetivo é conseguir que a página reúa 100 milhões de intercessores orando por Jerusalém em todo o mundo. O evangelista acredita que os últimos acontecimentos em Israel têm despertado as pessoas para a necessidade da oração, enquanto os sinais do fim se multiplicam e o país está prestes a comemorar seus 70 anos, o que muitos apontam como uma data profética. 
Com informações de Charisma
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Mulheres em "Pantera Negra"


1. Chadwick Boseman ladeado por Lupita Nyong'o e Letitia Wright
2. Angela Basset é Ramona
3. Danai Gurira (Okoye), Lupita Nyong'o e Floorence Kasumba (Ayo)
Fotos: IMDb

O super herói Pantera Negra é o rei T’Challa (Chadwick Boseman), que volta a Wakanda para servir como o novo líder de seu povo, após a morte do pai. Angela Basset faz Ramonda, a mãe do personagem ("Meu filho, é o seu tempo"). 
Nakia, seu interesse romântico, é interpretado por Lupita Nyong'o ("somente você pode decidir qual tipo de rei você quer ser"). 
Letitia Wright faz sua irmã Shuri.
Danai Gurira faz Okoyse, a chefe da sua guarda ("Wakanda para sempre!").
O cast feminino ainda tem Florence Kasumba como Ayo e as integrantes das forças especiais de Dora Milaje: Sydelle Noel, Marisa Juliette Abney, Zola Williams, Janeshia Admas-Ginyard, Maria Hippolyte, Marie Mouroum, Jenel Stevens, Shaunette Renée Wilson e Christine Hollingsworth.
"Pantera Negra" está em cartaz no Orient Cineplace Boulevard, com sessões às 13 horas, 15h40 e 18h25, com cópia dublada; e às 21h10, com cópia legendada. 

"Neymar é mimado. Estamos criando um monstro"


O ex-jogador Casagrande foi bastante crítico ao analisar o comportamento e a atuação de Neymar após na derrota do PSG por 3 a 1 para o Real Madrid, pela Liga dos Campeões, na quarta-feira, 14. O comentarista da Rede Globo afirmou que "o principal jogador do país é mimado e que torcedores e imprensa estão ajudando a criar um monstro". Ele repetiu frase usada pelo técnico Renê Simôes, em 2010, quando Neymar tinha 18 anos.
Participando do programa Redação SportTV, Casagrande disse que Neymar precisa buscar entrosamento com os colegas. "O futebol é coletivo. Os times não têm que procurar um cara que tenha o perfil do Neymar. O Neymar é que tem que ter o perfil do time. É assim que funciona um time de futebol", disse.


Pagamento da última parcela do financiamento dos viadutos

     Complexo Viário João Miraldo Gomes: o maior dos cinco viadutos
Foto: ACM

Assinatura do pagamento da última parcela do financiamento dos viadutos. É o que o prefeito José Ronaldo (Democratas) faz na manhã desta quinta-feira, 15, no Gabinete da Secretaria da Fazenda.
Lembrar que a licitação para a construção de cinco viadutos em Feira de Santana, em concorrência internacional, foi assinada no dia 9 de maio de 2007. A concorrência internacional para a construção dos cinco equipamentos viários foi iniciada no dia 28 de junho de 2007.
O primeiro viaduto inaugurado - em 21 de maio de 2008 - foi o da interseção das avenidas Getúlio Vargas e João Durval Carneiro, nominado Viaduto Engenheiro José Joaquim Lopes de Brito.
Os demais viadutos: nos cruzamentos das avenidas Getúlio Vargas/Noide Cerqueira/Eduardo Fróes da Motta - Viaduto Deputado Francisco Pinto; avenidas João Durval/Ayrton Senna/Eduardo Fróes da Motta - Viaduto Georgina Erissmann; avenidas Maria Quitéria/Francisco Maia/Eduardo Fróes da Motta - Viaduto Deputado Wilson Falcão; e Complexo Viário João Miraldo Gomes, na Cidade Nova, o maior dos cinco viadutos, inaugurado em 26 de dezembro de 2008.
O Complexo Viário da Cidade Nova tem três níveis. O mais baixo liga as avenidas José Falcão da Silva e a Transnordestina (início da BR-116 Norte). O intermediário é composto por dois viadutos, que são usados pelos veículos que seguem do Sobradinho, sentido à Maria Quitéria - e o contrário. O maior, com mais de 260 metros de extensão, liga a BR-116 e BR-324 - tem mão única.
A Prefeitura tomou emprestado o valor correspondente a 11.775 milhões de dólares à Comissão Andina de Fomento (CAF). O empréstimo foi aprovado pelo Comitê Financeiro da instituição e a proposta de empréstimo foi analisada pelo Senado.

40º aniversário de morte de Olney São Paulo


Nesta quarta-feira, 15, 40º aniversário de morte do cineasta Olney São Paulo. Assim, uma data a ser lembrada e que estamos sempre lembrando. E quem lembra de Olney em Feira de Santana?
Olney morreu de câncer aos 41 anos, em 1978. Nesse período, o Blog Demais publicado matérias sobre o autor e sua obra. Também em jornais, revistas e programas de rádio sobre este personagem da cidade.
Durante cerca de oito anos, convivemos com o cineasta - entre 1970 até sua morte, em 1978, através de contatos pessoais quando ele vinha do Rio de Janeiro para Feira de Santana dando notícias sobre seus filmes, bem como por meio de cartas que ele escrevia para este jornalista, também dando conta de suas realizações e andanças, até internacionais.
Junto com Olney, a visão de vários de seus filmes, inclusive "Manhã Cinzenta", em sessões clandestinas, com projetores 16mm conseguidos por mim em instituições, em paredes brancas da casa de meus pais e de seus familiares. Em 1973, a ajuda para conseguir exibição de "Como Nasce uma Cidade", realizado para comemorar o centenário de Feira, junto ao Cine Timbira. Primeiro em uma sessão matinal privada com ele, o então prefeito José Falcão, secretários e convidados. Depois, incluindo o filme em programação regular do cinema, durante cerca de uma semana. Ainda a lembrança de que no início de 1976, assistimos juntos ao filme baiano "O Pistoleiro", de Oscar Santana, também no Cine Timbira, em sessão noturna.
No Clube de Cinema de Feira de Santana, que reativei nos anos 70, a exibição de muitos de seus filmes, a exemplo de: "O Profeta de Feira de Santana", "Cachoeira, Documento da História", "Teatro Brasileiro I: Origens e Mudanças", "Teatro Brasileiro II: Novas Tendências", "Sob o Ditame de Rude Almagesto: Sinais de Chuva", "O Grito da Terra". Também o filme "Memórias de um Fantoche", do seu filho Ilya São Paulo (também falecido).
Depois de sua morte, como diretor Executivo da Secretaria de Turismo, Recreação e Cultura, participei ativamente da promoção de mostra em memória com exibição de seus filmes "Um Crime na Rua" (fragmentos), "Ciganos do Nordeste" e "Pinto Vem Aí", no auditório da Biblioteca Municipal Arnold Silva. Seu último filme, "Dia de Erê", também foi exibido pelo Clube de Cinema.
Ainda sobre Olney São Paulo, exemplares do seu livro de contos "A Antevéspera e o Canto do Sol" foram deixados em consignação comigo para a venda direta a pessoas interessadas na obra. Para o jornal "Feira Hoje" e também para a "Folha do Norte", principalmente, foram entrevistas, matérias e notas produzidas sobre o cineasta. Depois de sua morte, registros sobre Olney para que permanecesse na memória de Feira de Santana.
O cineasta feirense também mereceu biografia em livro, "Olney São Paulo e a Peleja do Cinema Sertanejo", de Ângela José do Nascimento. Em paralelo ao livro, Ângela José realizou o vídeo "O Cineasta do Sertão", um documentário biográfico cheio de respeito e ternura para com Olney, com depoimentos de colegas, familiares e amigos. O vídeo - foi apresentado no final dos anos 80 nesta cidade, no Feira Palace Hotel - tem texto de Olney Júnior, trilha sonora de Ilya, narração de Irving e participação de Pilar - os quatro filhos dele - e presença de Maria Augusta, sua mulher.
Homenagens
Em Feira de Santana, Olney deu nome a Cine Clube - que não está mais em atividade; seu filme "O Grito da Terra" virou nome de jornal - também extinto; teve mesa com seu nome no Balcão Di Vidros - um bar que já fechou. Também foi nome de premiação, em 1994, do Salão Universitário de Artes Plásticas, do Museu Regional de Arte. Na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) existe o Coletivo Olney São Paulo, entidade formada por professores e alunos para estudar cinema. Na Galeria Carmac, no centro da cidade, tem um espaço chamado praça Olney São Paulo, e nos Eucaliptos existe uma extensa rua com seu nome. Ele também foi estudado para uma seleção de mestrado em História da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo, por Johny Guimarães da Silva, com a proposta "O Sertanejo no Cinema de Olney São Paulo". Olney também denomina a praça de alimentação do Boulevard Shopping - a placa não foi colocada depois de reforma.
Mais: a edição de 1978 da Jornada Baiana de Cinema fez homenagem a Olney. "Muito Prazer", filme de David Neves, com Ilya São Paulo no elenco, teve lançamento em Feira de Santana, no Íris, em homenagem póstuma a Olney.
Em 18 de outubro de 2010, a Câmara Municipal de Feira de Santana aprovou projeto do então vereador Ângelo Almeida, que cria a Medalha Olney São Paulo, que será concedida anualmente a duas pessoas ou entidades que tenham contribuído à difusão da cultura e à arte, além da revelação de talentos artísticos no município - ainda não foi conferida a ninguém. "Olney foi um importante cineasta, que atuou em Feira de Santana e ajudou a projetar a cidade", disse Ângelo.

O cinema brasileiro, através da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas (ABD), comemora desde 2011 o Dia do Documentário, em 7 de agosto. A data lembra o dia de nascimento do cineasta em 1936. 
"Pinto Vem Aí" foi premiado no V Festival Brasileiro de Curta-Metragem do Jornal do Brasil. "Manhã Cinzenta" foi apresentado em vários festivais internacionais, como Pesaro (Itália), Cracóvia (Polônia), Mannheimm (Alemanha) - onde foi premiado com o Filmdukaten, em 1970, e causou curiosidade nos alemães com sua presença, pois ele foi para o festival de sandálias de tiras de couro cru, naturalmente compradas na feira livre de sua terra -, Londres (Inglaterra), Havana (Cuba), e Viña Del Mar (Chile). "Manhã Cinzenta" (rèalisé par Olney A Sau Paulo) também participou de mostra paralela no Festival de Cannes (França), em 1970. Em 1976, participação no V Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz (Portugal).
Olney foi elogiado por Orson Welles (realizador do maior filme de todos os tempos, "Cidadão Kane"), para quem "Manhã Cinzenta" era um filme extraordinário. Glauber Rocha chamou Olney de "mártir do cinema brasileiro", disse mais que ele "é a metáfora de uma alegoria. Alegorias estas que muitas vezes foram barradas mas que nunca deixaram de ser registradas". Sobre "Manhã Cinzenta", o crítico e cineasta Rubem Biáfora comentou no jornal "O Estado de São Paulo": "Uma fita mais abertamente polêmica, que a Censura cometeu o erro e a inutilidade de proibir". A empresa Dezenove Som e Imagem, em São Paulo, dedicada a "filmes de autor", tem em seu acervo uma cópia de "Manhã Cinzenta".
Em 7 de agosto de 2009, com coordenação de Dimas Oliveira a realização do evento memorialista "Tributo à Olney São Paulo", na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), pela Fundação Municipal Cultural Egberto Tavares Costa e Fundação Senhor dos Passos, com presenças de Olney Júnior e Ilya São Paulo, filhos de Olney, mais os cineastas Roque Araújo e Tuna Espinheira, crítico André Setaro. Um "ato carinhoso para alguém muito ligado a história de Feira de Santana", como considerou Ilya São Paulo sobre homenagem póstuma prestada "para manter viva na lembrança a obra do cineasta".
No catálogo oficial do I Mille Occhi, oitava edição do Festival Internacional de Cinema e de Arte, realizado em Triestre, na Ítália, entre 18 e 26 de setembro de 2009, consta artigo de Dimas Oliveira, especialmente escrito (e traduzido do inglês para o italiano), sobre "Grito da Terra", de Olney São Paulo, que foi exibido no festival. A atriz Helena Ignez - que atuou na realização feirense - foi destacada com o "Premio Anno Uno" e teve mostra de seus filmes no evento. O catálogo dedica 26 páginas (29 a 54) a Helena Ignez, sendo as duas últimas destinadas ao filme de Olney São Paulo. 
Olney foi elogiado por Orson Welles (realizador do maior filme de todos os tempos, "Cidadão Kane"), para quem "Manhã Cinzenta" era um filme extraordinário. Glauber Rocha chamou Olney de "mártir do cinema brasileiro", disse mais que ele "é a metáfora de uma alegoria. Alegorias estas que muitas vezes foram barradas mas que nunca deixaram de ser registradas". Sobre "Manhã Cinzenta", o crítico e cineasta Rubem Biáfora comentou no jornal "O Estado de São Paulo": "Uma fita mais abertamente polêmica, que a Censura cometeu o erro e a inutilidade de proibir". A empresa Dezenove Som e Imagem, em São Paulo, dedicada a "filmes de autor", tem em seu acervo uma cópia de "Manhã Cinzenta".
No dia 3 de dezembro de 2011, Olney foi homenageado dentro da mostra de curtas do Tocayo, evento multimídia que ocupou o Galpão da Ação da Cidadania, no Centro do Rio de Janeiro. Ao todo foram exibidos quatro títulos do cineasta: "Manhã Cinzenta" (1968), obra que culminou em sua prisão; "Grito da Terra" (1964); "Sob o Ditame do Rude Almajesto: Sinais de Chuva" (1976); e "Pinto Vem Aí" (1976). A 12ª edição do Tocayo que vai reunir cerca de 50 artistas, ocupando 5.000 m² de área com 12 horas de atividades culturais.

"Pertence já nem se lembra das desfeitas de Lula"


O ex-presidente Lula teve sorte quando pediu a Sepúlveda Pertence, ex-presidente do Supremo, para atuar na sua defesa. Correu o risco de ouvir "não", após tantas desfeitas. Certo de que perderia em 1998 para FHC, Lula apontou Pertence como "nome mais forte da esquerda" na eleição presidencial. Disse que viajaria ao Recife no dia seguinte para falar com Miguel Arraes e “bater o martelo”. Não viajou, não marcou nova reunião, não telefonou, não mandou recado, nada. Nunca.
Quem, eu?
Sepúlveda Pertence não fazia ideia de que era cogitado para disputar a presidência naquele ano, até a reunião com Lula em Brasília.
Teve testemunha
A reunião em que Lula chamou Pertence para ser candidato foi testemunhada por Sigmaringa Seixas, amigo comum e ex-deputado.
Pendurado na brocha
Nos anos seguintes, o jurista voltou a ser cogitado por Lula, mas para vice. Mas, de novo, ele deixou o hoje advogado pendurado na brocha.
Missão impossível
Agora, a missão de Pertence é tentar encontrar uma maneira de livrar Lula de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.
Fonte: Cláudio Humberto

"Pantera Negra", um dos mais esperados


O super herói Pantera Negra, do universo cinemático Marvel, apareceu inicialmente em "Capitão América: Guerra Civil" (Captain America: Civil War), de Anthony e Joe Russo, em 2016.
Em "Pantera Negra" (Black Panther), de Ryan Coogler, que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 15, no Orient Cineplace Boulevard, após os acontecimentos do filme anterior, o rei T'Challa (Chadwick Boseman) volta a Wakanda para servir como o novo líder de seu povo. No entanto, T'Challa logo descobre que ele é desafiado pelo trono por facções dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, surge o herói conhecido como Black Panther para evitar que Wakanda seja arrastada para uma guerra mundial. Ele se junta ao agente da CIA Everett K. Ross (Martin Freeman) e membros das forças especiais de Dora Milaje.
Desde o dia 1 deste mês que a Orient Filmes colocou venda antecipada de ingressos para este filme, um dos mais esperados da temporada cinematográfica. Nesta primeira semana, são sessões com cópia dublada às 13 horas, 15h40, 18h25, e com cópia legendada, às 21h10.
O drama "Cinquenta Tons de Liberdade" (Fifty Shades Freed), de James Foley, continua em duas salas, em segunda semana. Também em segunda semana, a animação da Alemanha, Dinamarca, Holanda e Reino Unido, "Meu Amigo Vampiro" (The Little Vampire).
Também continuam, em quarta semana, "Maze Runner: A Cura Mortal"; em quinta semana, a deliciosa animação "O Touro Ferdinando"; e em sétima semana, "Jumanji: Bem-Vindo à Selva".

Filmes em Exibição no Orient Cineplace Boulevard


Período até quarta-feira, 21 de fevereiro
LANÇAMENTOS NACIONAIS
PANTERA NEGRA (Black Panther), de Ryan Coogler, 2018. Com Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong'o, M Freeman, Andy Serkis, Angela Bassett, Forest Whitaker e Letitia Wright. Ação e aventura. O rei T'Challa volta a Wakanda para servir como o novo líder de seu povo. No entanto, T'Challa logo descobre que ele é desafiado pelo trono por facções dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, surge o herói conhecido como Black Panther para evitar que Wakanda seja arrastada para uma guerra mundial. Ele se junta ao agente da CIA Everett K. Ross e membros das forças especiais de Dora Milaje. Não recomendado para menores de anos. Duração: 134 minutos. Horários: 13 horas, 15h40 e 18h25, com cópia dublada, e 21h10, com cópia legendada. Sala 1 (240 lugares).
CONTINUAÇÕES
CINQUENTA TONS DE LIBERDADE (Fifty Shades Freed), de James Foley, 2018. Com Jamie Dornan, Dakota Johnson, Eric Johnson, Kim Basinger e Marcia Gay Harden. Drama. Agora, Ana e Christian têm amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades à sua frente. Mas o relacionamento não será fácil e a vida a dois reserva desafios que eles não seriam capazes de imaginar. Ela precisa se ajustar ao mundo de opulência dele e ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador. Em segunda semana. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 105 minutos. Horários: 14 horas, 16h20 e 18h40, com cópia dublada, e 21 horas, com cópia legendada, na Sala 4 (261 lugares); e 17 horas, 19h20 e 21h30, com cópia legendada, na Sala 2 (158 lugares).
MEU AMIGO VAMPIRO (The Little Vampire), de Richard Claus e Karsten Kiilerich, 2017. Animação. Rudolph é um vampiro de treze anos e sua família está ameaçada por um caçador de vampiros. Ele conhece Tony, que é fascinado por antigos castelos, cemitérios e vampiros. Ele acaba ajudando Rudolph em uma batalha contra seus adversários e, juntos, salvam a família de Rudolph e se tornam amigos. Em segunda semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 84 minutos. Horários: 13 e 15 horas. Sala 2 (148 lugares).
O TOURO FERDINANDO (Fedinand), de Carlos Saldanha, 2017. Animação. Ferdinando é um touro gigante com um grande coração. Depois de ser confundido com um animal perigoso, ele é capturado e arrancado de sua casa. Determinado a voltar para sua família, ele se une a uma equipe desajustada. Sexta semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 97 minutos.  Horários: 15h50. Sala 3 (168 lugares). 
JUMANJI: BEM-VINDO À SELVA (Jumanji: Welcome To the Jungle), de Jake Kasdam, 2017. Com Dwayne Johnson, Karen Gillan, Jack Black, Kevin Hart e Nick Jonas. Ação e aventura. Quatro adolescentes estão jogando um videogame cuja ação se passa numa floresta. Eles escolhem avatars para a aventura, mas um evento inesperado faz com que os jogadores sejam transportados para dentro do universo fictício, transformando-se nos avatars escolhidos. Sétima semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 119 minutos. Horários: 13h20 e 21h20. Sala 3.
MAZE RUNNER: A CURA MORTAL (Maze Runner: The Death Cure), de Wes Balls, 2017. Com Dylan O’Brien, Kaya Scolelario e Walter Goggins. Ação, mistério e ficção-científica. Thomas lidera seu grupo de Clareanos em fuga em sua missão final e mais perigosa até então. Para salvar seus amigos, eles devem invadir a lendária Última Cidade, um labirinto controlado pela Cruel que pode vir a ser o labirinto mais mortal de todos. Qualquer um que o complete vivo, receberá respostas às perguntas que os Clareanos têm feito desde que chegaram ao labirinto. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 141 minutos. Horários: 18h25. Sala 3.
ENDEREÇO E TELEFONE
Orient Cineplace Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas).

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

ACM Neto em céu de brigadeiro

Por Joilton Freitas
Todos dias, jornalistas e órgãos de imprensa,que recebem dinheiro do Governo do Estado circulam matérias dando conta que ACM Neto não será candidato a governador nas eleições de 2018.
A coisa é tão sem escrúpulos, que até o governador e um deputado petista falaram da desistência. O que é mais interessante em toda essa falta de ética,é que ACM Neto, em momento algum disse uma palavra nessa direção.
O prefeito em todas as entrevistas tem demonstrado vontade de ser o candidato das oposições.
Neto sabe que o cenário lhe é bastante favorável. Ele  teve 76%  dos votos na reeleição, onde nenhum petista ousou enfrentá-lo, tem uma avaliação 74% , entre ótimo e bom, o que o coloca como o melhor prefeito das capitais, em todas as pesquisas tem em média 22% na frente do atual governador, é jovem e se comunica com uma facilidade impressionante, tem um carisma raro, em um debate isso deve lhe render votos.
Além de saber que o governador se não é ruim, também não goza do amor dos baianos.E o que é mais importante: O governador não terá mais a força da máquina federal, Lula não será candidato, e o desgaste do poder já bateu a porta.
Rui Costa ainda corre contra o tempo. Chegou, esta semana no STJ, uma sindicância contra ele e o seu padrinho e mentor, Jaques Wagner. Se isso explodir antes das eleições, a nau petista que já está avariada irá a pique.
Portanto, ACM Neto tem motivos e vontade de sobra para ser candidato. "A última coisa que me preocupa é uma possível derrota. Sou muito jovem  e tenho o tempo ao meu favor", disse em entrevista no final de semana.
Resumo da ópera: Neto será um adversário muito duro para o governador. É por isso que os lulopetistas da imprensa, os ideológicos e os pagos, plantam a todo momento  que ele não será candidato. É fácil descobrir quem está por trás disso. Basta perguntar, como se diz na polícia: A quem interessa o crime? Entenderam?
Joilton  Freitas é jornalista e radialista, âncora do programa "Rotativo News"

Revisão de clássica comédia romântica e dramática

Shirley MacLaine e Jack Lemmon em "Se Meu Apartamento Falasse" 
                                                     Fotos: IMDb

Na noite desta quarta-feira, 14, mais uma visão da comédia romântica e dramática "Se Meu Apartamento Falasse" (The Apartment), de Billy Wilder, 1960. Trata-se de um clássico, que ganhou cinco prêmios Oscar - Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original (Billy Wilder e I.A.L. Diamond), Melhor Direção de Arte em Preto e Branco e Melhor Edição. Foram dez indicações, inclusive para Melhor Ator (Jack Lemmon), Melhor Atriz (Shirley MacLaine) e Melhor Ator Coadjuvante (Jack Kruschen).
Amargura, ambição, conflitos pessoais, consumismo, decepção, infidelidade e solidão são temas que pontuam o filme.
Na trama, C. C. Baxter (Lemmon) é um dos milhares de funcionários de uma empresa de seguros. Ele tem um trabalho burocrático, mas tem planos ambiciosos para crescer. Desejando se tornar um executivo, aceita emprestar seu apartamento, onde vive sozinho, para os encontros extraconjugais de executivos da empresa. Dessa forma, Baxter ganha pontos, o que facilita suas promoções.
A estratégia traz problemas pessoais para ele, pois acaba privado do seu apartamento para satisfazer as escapadas dos diretores da empresa. Ele é tido como um libertino pela senhoria e pelo casal do apartamento vizinho, que pensam que Baxter promove baladas em seu apartamento com diferentes mulheres.
Jeff D. Sheldrake (Fred MacMurray), principal executivo da empresa também resolve usar o apartamento, para passar momentos com sua amante, Fran Kubelik (MacLaine). Ascensorista no edifício, ela é o interesse romântico de Baxter, o que traz consequências.
Faz citações a Greta Garbo, Joan Crawford, John Barrymore, Marilyn Monroe e Perry Como, entre outros nomes do cinema e da TV, mais Fidel Castro, Pablo Picasso e Robinson Crusoé.
Na trilha sonora, além de Tchaikowsky ("Capriccio Italien - Opus 45") e "Jingle Bell", de James Piermont, cantada a capela, tem música brasileira, o samba "Madalena", de Ary Macedo e Ayrton Amorim, executada - com orquestração - em encontros furtivos dos usuários do apartamento. Trata-se de sucesso do Carnaval de 1951, cantada entre outros por Linda Batista, cuja primeira estrofe diz assim: "Amar como eu amei/ Ninguém deve amar/ Chorar como eu chorei/ Ninguém deve chorar/ Chorava que dava pena/ Por amor a Madalena…"

Bolsonaro abre queixa-crime contra Jean Wyllys pelos crimes de injúria e calúnia

Ação foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) abriu junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma queixa-crime contra o também parlamentar Jean Wyllys (Psol-RJ), acusando-o dos crimes de injúria e calúnia.
A base do pedido é uma entrevista de Wyllys ao jornal "O Povo", em agosto do ano passado, onde ele chama Bolsonaro de "fascista", "burro", "ignorante", "desqualificado", "racista" e "canalha".
Embora o ex-BBB não tenha citado o deputado nominalmente destacou ao jornal que tem "milhares de usuários de redes sociais" e o chamam de "mito". Wyllys também seria responsável por uma calúnia, porque teria afirmando que Bolsonaro recebeu uma quantia ilegal da JBS.
Segundo a defesa de Bolsonaro, o parlamentar foi atacado de modo "profundamente ofensivo, atingindo-lhe a honra". O relator do caso no Supremo será o ministro Celso de Mello.

"O país do Carnaval e das novelas"

Estamos na lona. Mas esperando que as instituições confiáveis, como a Justiça e as próprias Forcas Armadas, se aproximem do esforço nacional de ajustar o País à sua realidade financeira.

Por Fernando Gabeira
Dizem que no Brasil o ano só começa depois do carnaval. Não é verdade, pelo menos em 2018. Há várias novelas em andamento e o carnaval será uma simples pausa na sua trajetória.
A nomeação da deputada Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho é uma delas. O governo cometeu um erro na escolha. À medida que os fatos vão ampliando a dimensão desse erro, Temer insiste em manter sua decisão, apesar do imenso desgaste.
O que fazer diante de pessoas que percebem o erro, mas insistem em levá-lo até o fim? Talvez desejar que Deus as proteja delas mesmas.
A outra novela é a tentativa de Lula de escapar das consequências de uma condenação em segunda instância. É uma expectativa que envolve o Supremo Tribunal, a quem se pede, no fundo, a negação do fundamento que inspirou as investigações da Operação Lava Jato: a lei vale para todos. Não há condições de mudá-la sem que isso represente uma imensa fratura na já combalida credibilidade da instituição.
A terceira é mais delicada, porque envolve a Justiça e a sociedade, que a apoiou no curso das investigações e das sentenças. Auxílios-moradia, salários turbinados, juízes combatendo uma necessária reforma da Previdência Social - tudo isso vai criando uma distância que ainda pode ser reparada pelo bom senso.
A Justiça tardou a compreender que o movimento de combate à corrupção com apoio da sociedade certamente traria uma visão mais severa sobre o uso do dinheiro público. O fato de oportunistas tentarem invalidar a luta contra a corrupção porque os juízes recebem salário-moradia em cidades onde têm residência é inconsistente e não está aí o maior problema.
É possível dizer que a Justiça parcialmente triunfou sobre o gigantesco esquema de corrupção. Mas é um tipo de luta que imediatamente leva a um novo patamar: o da coerência.
A reforma é também um confronto com as corporações. A dos juízes está em posição especial para constatar como o País foi saqueado e como a máquina do Estado é inflacionada com cargos em comissão e inúmeros penduricalhos.
Estamos na lona. Mas esperando que as instituições confiáveis, como a Justiça e as próprias Forcas Armadas, se aproximem do esforço nacional de ajustar o País à sua realidade financeira.
Não é só a luta contra a corrupção nem o princípio de que a lei vale para todos que estão em jogo. Há toda uma luta silenciosa no País contra a ideia de que todos querem vantagens públicas, mesmo os que aplicam a lei.
Desejo um final feliz para essa novela, uma vez que dela depende, em parte, o futuro de uma reconstrução baseada na aliança de amplos setores da sociedade com as instituições confiáveis.
Um dos meus argumentos contra a luta armada é que ela precisa criar um exército de salvação nacional para triunfar. Depois, quem nos salvará dos salvadores? Claro que vivemos uma situação diversa, mas é importante que a Justiça, após um trabalho nacionalmente aprovado, reconheça que ela mesma precisa se ajustar aos tempos que ajudou a moldar.
Tudo isso ainda nos espera depois do carnaval, abrindo alas para o enredo maior de 2018: eleições. Delas é possível esperar a escolha de gente que nos possa ajudar a sair do buraco não só da economia, mas também do desencanto geral com os rumos do País.
A reforma da Previdência foi conduzida por um governo impopular. Mas ela não é necessariamente impopular se reduz privilégios, cobra dos devedores e garante um futuro menos instável. Não precisa vir numa situação já de emergência, como na Grécia, trazendo insegurança e sofrimento. Ou como no Rio, para não ir mais longe.
Minha expectativa é de que isso se resolva bem na campanha. Os candidatos sabem que a reforma é necessária. Ou a defendem ou serão obrigados a fazê-la depois, nesse caso com baixa legitimidade, porque mentiram na campanha.
É uma ilusão da esquerda negar uma reforma necessária. Um dos fatores que a levam à resistência é o fato de estar muito enraizada nas corporações. Nesse caso pesa também o cálculo eleitoral. Até que ponto perder parcialmente o apoio dos funcionários públicos seria recompensado em votos pelos contribuintes?
Não só a esquerda vive esse dilema, mas o sistema político-partidário no seu conjunto. Ele não tem fôlego para realizar uma tarefa decisiva. Tornou-se um obstáculo às chances de reconstrução econômica. Entre outras, essa é uma das fortes razões para esperar mudanças a partir das escolhas de 2018.
Se o carnaval dá uma pausa para as novelas políticas, ele é implacável com a tragédia da violência urbana. Tudo continua. No Rio, três grandes vias, Linha Vermelha, Linha Amarela e Avenida Brasil, foram interditadas por tiroteios entre polícia e bandidos. Um menino e um homem morreram. Balas perdidas, governo perdido.
Já é um pouco estranho que tanta gente pare para fazer o carnaval. Mas seria mais estranho ainda que o governo parasse sobretudo nesta emergência. Existem graves problemas de violência no Norte e no Nordeste, mas o caso do Rio tem algumas agravantes.
A situação é tão grave que os responsáveis por atenuar o problema o examinam de certa distância. O ministro da Defesa declarou que o sistema de segurança está falido e o governador Pezão disse que na Rocinha se mata policial como se mata galinha. São bons comentários para um programa de rádio, mas quem está na linha de frente, ao dizer isso, imediatamente tem de responder a perguntas como: e daí? E os tiroteios? Como é que vai ser? Significa que estamos sós e desarmados antes, durante e depois do carnaval?
A moderada esperança nas eleições não significa abstrair problemas que não podem esperar, não só porque envolvem vidas, mas porque podem criar um terreno fértil para soluções autoritárias.
Fernando Gabeira é escritor, jornalista e ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro
Publicado originalmente no jornal "O Estado de S. Paulo"
Fonte: www.diariodopoder.com.br

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Candidato pode financiar toda a campanha com recursos próprios


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou resolução que definiu que um candidato poderá financiar toda sua campanha nas eleições deste ano com recursos próprios.
A Resolução 23.553 foi aprovada em dezembro pelo plenário do TSE e publicada no dia 2 de fevereiro no "Diário da Justiça Eletrônico". Relatada pelo presidente da Corte, Luiz Fux, a norma diz que "o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre".
De acordo com o TSE, os limites em 2018 serão os seguintes:
Presidente da República: R$ 70 milhões;
Governador: de R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, conforme o número de eleitores do estado;
Senador: de R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores do estado;
Deputado federal: R$ 2,5 milhões;
Deputado estadual e deputado distrital: R$ 1 milhão.
Pelo calendário eleitoral de 2018, o tribunal tem até 5 de março para confirmar todas as normas para o pleito deste ano. Até lá, portanto, esta e outras resoluções ainda poderão sofrer ajustes.

Doações para campanhas

Desde 2015, as doações empresariais para campanhas estão proibidas e, com isso, somente pessoas físicas podem doar.
Pela resolução publicada pelo TSE neste mês, as doações serão limitadas a 10% do rendimento bruto do doador no ano anterior ao da eleição.
"A doação acima dos limites fixados neste artigo sujeita o infrator ao pagamento de multa no valor de até 100% (cem por cento) da quantia em excesso, sem prejuízo de o candidato responder por abuso do poder econômico", diz o texto.
Além disso, doações a partir de R$ 1.064,10 só poderão ser feitas por transferência eletrônica entre as contas bancárias do doador e do beneficiário.
O TSE definiu as seguintes formas de a pessoa doar para campanhas:
Transação bancária na qual o CPF do doador seja obrigatoriamente identificado;
Doação ou cessão temporária de bens e/ou serviços estimáveis em dinheiro, com a demonstração de que o doador é proprietário do bem ou é o responsável direto pela prestação de serviços;
Instituições que promovam técnicas e serviços de financiamento coletivo por meio de sites da internet, aplicativos eletrônicos e outros recursos similares.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

"Amorim e a diplomacia do mal"


Por Ipojuca Pontes
Prometi anteriormente tratar de algumas "proezas" de Celso Amorim, o "Celsinho da Embrafilme", à frente do Ministério das Relações Exteriores na Era Lula (toda ela coadjuvada pelo Foro de São Paulo).
Antes, é preciso dizer que Amorim  aboletou-se no Itamaraty por acaso. (Tal como, por exemplo,  Zé Sarney, o sátrapa, feito presidente depois da morte de Tancredo Neves). Vamos à historieta: no seu breve governo, Itamar Franco, entronado no Planalto depois da deposição de Collor, queria fazer de Zé Aparecido, um cupincha da politicalha mineira, ministro das Relações Exteriores (e depois, segundo desejo confesso, conduzi-lo como candidato oficial à presidência da República).
Mas Aparecido, conhecido como o "Zé das Medalhas", ficou doente e não pôde assumir o cargo. Então, na emergência, entrou Amorim, o anti-diplomata que o Brasil teria a obrigação de desterrar mas a quem nenhum país democrático do mundo deveria conceder agrément.
A trajetória de Amorim é cheia de peripécias. Ele foi cria ideológico de Leon Hirszman, proto-comunista que fincou as bases do "centralismo democrático" soviético no mistifório   do Cinema Novo rico tupiniquim. Como sabem todos, o "centralismo democrático", esquema político-ditatorial bolado por Lenin, consistia em "ouvir as bases" (desorganizadas ou não) para, em seguida, ao cabo de  debates em assembleias fajutas, "centralizar" as decisões nas mãos da cúpula do politburo - vale dizer, nas mãos dele próprio.
Voltemos à diplomacia: Carl von Clausewitz, estrategista militar prussiano, repetia que a guerra é a continuação da política por outros meios. Nem tanto, nem tanto. Ou por outra: se ele tivesse privado da anti-diplomacia de Celso Amorim diria, como o ator e  comediante Will Rogers, que "certos diplomatas são tão essenciais para começar uma guerra quanto os militares em findá-las".
(Nota: à frente da Embrafilme, Amorim canalizou os recursos de uma conquista vigorosa dos produtores do cinema nativo, o adicional de bilheteria, para enfiar nos filmes de propaganda esquerdista do Cinema Novo rico. Ele terminou expulso da empresa estatal por abuso do velhaco "centralismo democrático": nomeado pelo então general Figueiredo, presidente da República, Amorim, atuando como uma espécie de agente provocador, financiou, entre outros, "Pra Frente Brasil", filme que, a pretexto de narrar uma "prisão por engano", caluniava deliberadamente os militares - pois, como se sabe, nunca houve "prisão por engano" durante os anos de chumbo, quem era preso tinha sua cota de culpa no cartório da subversão). 
É verdade que Celso Amorim, para iniciar sua "guerra absoluta", não gerenciou sozinho a fracassada Diplomacia do Mal. Acima dele havia o "chanceler informal" e "assessor de assuntos internacionais do PT" Marco Aurélio Garcia, o obsceno "Mag Top Top", que cumpria fielmente o papel de cadelinha amestrada de Fidel Castro, em especial na difusão do patológico  anti-americanismo levado à cabo pelo milionário Foro de São Paulo financiado por Lula. E, para completar a artilharia, havia ainda  ao lado de Amorim, desde os tempos da Embrafilme, a figura obcecada de "Samuca" Pinheiro Guimarães, cujo ódio ideológico aos americanos ultrapassava a soma da vastidão de três desertos.
A Diplomacia do Mal do governo de Luiz Inácio tinha três objetivos básicos, a saber:
1 - Boicotar a todo custo a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), notável acordo proposto pelos americanos – e que permitiria otimizar a economia do hemisfério, a envolver, à época, mais de 800 milhões de habitantes dispondo de um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 11 trilhões. 
2 - Fazer o Brasil tomar assento na cadeira permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, a dispendiosa (mas inoperante) ONU, enfiando, para atingir tal objetivo, bilhões de dólares no aliciamento da compra de votos de insolventes países terceiro-mundistas. E pior: na sua pretensão desvairada, assumir os pesados e descartáveis gastos internacionais, entre eles, o de manter tropas em "missão de paz" no Haiti (ao custo de US$ 100 milhões anuais) para, com essa estroinice, demonstrar nosso poder de influência sobre "os destinos do mundo" - e, por extensão, consagrar o corrupto Lula como um "líder internacional".
(O resultado da aventura irresponsável foi a morte por suicídio do general Urano Teixeira da Matta Barcelar, comandante de uma força de ocupação militar do Brasil no conflagrado Haiti. O general, homem tranquilo e seguro, contando com o respeito dos pares e o afeto familiar, não encontrava sentido em se gastar milhões de dólares e a vida dos seus comandados para vigiar as violentas favelas de Porto Príncipe - antros de marginais, sequestradores ou simplesmente ladrões. Diante do abismo, indignado, o disciplinado militar resolveu lavrar seu protesto e deu um tiro na boca. Peritos da própria ONU chegaram a conclusão de que ele se matou). 
3 – Ordenar e financiar, a partir de deliberações do Foro de São Paulo, a formação no hemisfério sul de um beligerante Eixo do Mal, constituído por países como Cuba, Bolívia, Venezuela, Equador, Uruguai, Guatemala, República Dominicana etc., com a finalidade não apenas de sabotar a Alca, mas, em especial,  de votar e fazer coro contra os Estados Unidos nas manejáveis assembleias da ONU.
Para intensificar o selvagem anti-americanismo, a generalidade desses países - alguns comprometidos com o narcotráfico, contrabando de armas e o terror - recebia empréstimos milionários sacados (sem resgate) do BNDES e consideráveis investimentos advindos dos cofres da Petrobras via empreiteiras altamente corruptas. Os casos da Bolívia e do Equador, ambos integrantes do Eixo do Mal, são ostensivos.
Evo Morales, por exemplo, se apossou na mão grande dos campos de gás explorados legalmente pela Petrobras na Bolívia, ocupando-os com tropas do seu exército. Diante da violência, Amorim disse apenas que o ato "da forma como foi feito não estava nas previsões do Brasil",  mas que não haveria "reação física" da empresa. Pior: para indignação do povo brasileiro, o Índio Ensebado aumentou em quase 100% o preço do gás exportado e ainda obteve milhões de dólares do governo de Lula para investir em obras do "país aliado". 
Mais complicado, porém não menos humilhante, foi a forma adotada pelo subditador Rafael Correa para não pagar US$ 200 milhões tomados do BNDES para construir uma hidroelétrica no Equador: ele embargou, por "falha nas obras", os bens da construtora Odebrecht, e foi além: disse que não pagaria mais o valor do empréstimo concedido e ainda exigiu US$ 42 milhões de indenização. Não satisfeito, garantiu que ia expulsar a Petrobras do Equador, tal como fez com a Odebrecht. No final da trágica farsa, o subditador ficou com o petróleo e os bens da Petrobras, que se limitou a receber pequena remuneração por serviços prestados. De quebra, ainda anunciou, de Quito, novos créditos do Brasil para "áreas sociais".               
A diplomacia de Amorim, candidato do corrupto Lula ao governo do malfadado Rio de janeiro, tem muito mais. Dela nos ocuparemos no próximo artigo.
Até. 
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br